segunda-feira, 8 de julho de 2024

Fazer o básico não causa problemas e o Cruzeiro flui. Quadrado com o Barreal no meio deixa o time mais leve, rápido e protagonista



Quem foi ao Mineirão, e não foi pouca gente, gostou do que viu. Por mais que o árbitro marcasse tudo para o Corinthians e quase nada para o Cruzeiro, e que o VAR tenha agido corretamente ao anular gol do time visitante, a Raposa soube se impor, fez gols nos "momentos certos", dominou o jogo e poderia ter goleado com um pouco mais de sorte.

Isso porque o Cruzeiro foi devidamente escalado, as alterações foram por questões físicas e, dessa vez, foram suficientes para manter o equilíbrio do grupo. Até a parte final, o Cruzeiro sobrou, muito pela fraqueza do adversário, que em poucos momentos ameaçou. A zaga esteve bem, assim como o goleiro Anderson. No primeiro encontro entre Cássio e Corinthians - ele estava no estádio mais uma vez - viu de perto a boa opção que fez ao mudar de ares.

Com uma linha de quatro defensores, um volante à frente da zaga e três jogadores que jogam mais do meio para frente, auxiliando os dois atacantes, que "flutuam", sem jogador de referência. Destaque para Álvaro Barreal, que na função mais centralizada, caindo pela esquerda, deixa o meio mais leve, rápido e protagonista.

Mais uma lição para Fernando Seabra: não é para inventar a roda, é para fazer o básico. O básico é por as peças certas, dentro do esquema desenhado. Nada de Néris, Machado, Palácios, Ramiro, Robert e afins. E não é questão de pegar no pé de jogador. São abaixo dos demais e não rendem como os demais. É simples. Uma coisa é entrar durante o jogo, atuar por um tempo. Mas ser titular falta muito.

Diante do Corinthians, 56 mil pessoas, R$ 3 milhões de renda, show da torcida (não há problema com manta) e jogo que fluiu bem, do início ao fim, com atuação ótima de alguns atletas, com destaque para Matheus Pereira, William, Zé Ivaldo, Anderson, Arthur Gomes e Romero.


JOÃO VITOR VIANA

quinta-feira, 4 de julho de 2024

No Cruzeiro, a "invenção da roda" derruba treinador



Adilson Batista foi um dos que mais ficaram marcados com a alcunha de "Professor Pardal", nos últimos 20 anos. Isso porque testou Henrique de zagueiro, Marquinhos Paraná de lateral, volantes como armadores e por aí vai. Nesta seara, Fernando Seabra, até então coerente com escalações, sistema tático e alterações, parece ter sentido inveja daqueles tempos e resolveu, também, "inventar a roda".

De cara, uma lastimável definição por escalar um jogador medíocre como titular: Palácios, que não jgava desde janeiro, justamente por não fazer parte dos planos do clube e, pior, por não jogar bem. Herança maldita da "Era Ronaldo", Palácios foi um dos que não rendeu, como já era de se esperar. Junto a isso, a irritante escalação de Lucas Silva junto a Ramiro no meio é inconcebível. O meio fica lento, marca mal e não constrói. Matheus Pereira também esteve mal. 

Mas mal mesmo foram as alterações. O time, que havia se encontrado no sistema 4-1-2-1-1, sendo Barreal um dos jogadores de meio, numa espécie de segundo volante, foi deixado de lado. A imprevisibilidade que o argentino causa quando atua mais centralizado, caindo pela esquerda, fazendo uma dobrada com Marlon, deixou de existir, passando o time a jogar de forma burocrática e previsível. Sem um jogador de área, a insistência em bolas na área dão raiva no torcedor, que não entendeu, em nada, o que o Cruzeiro fez em campo contra o Criciúma. Principalmente com as trocas de Seabra que, ao final, deixou um time desfigurado, num amontoado ridículo. Desta vez, não tem desculpas a não ser assumir a própria incompetência.

Hora de trocar? Não. Mas serviu de alerta. O Criciúma é um time muito inferior e que, mesmo assim, venceu o Cruzeiro. Aliás, o Cruzeiro, fora de casa, antes era um time competitivo que não pontuou por um acaso. Diante dos catarinenses, não pontuou por erros catastróficos de seu treinador. Coloco toda a culpa pela derrota nas costas do Seabra, sem medo de errar. 

Contra o Corinthians, que não seja assim. Mais de 30 mil pessoas estarão no Mineirão para levar o clube a mais uma vitória em casa. Se tentar inventar a roda de novo e as coisas não derem certo - como é a tônica do futebol, que quem complica, se ferra - os mesmos que apoiam vão iniciar a entoar o coro por mudança. O inicio tava ótimo, pois o arroz com feijão não tem como errar (tanto). Contudo, se quiser "ser mais realista que o rei", vai ouvir muito. Quem tenta achar que só ele é o certo e o mundo está errado, acaba derrubado. E a torcida quando quer, tira. Acorda, Seabra!


POR: JOÃO VITOR VIANA

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Não é momento de tempestade em copo d'água. Derrota pesada, mas nada que abale um projeto!



Hoje, até certo ponto, fiquei surpreendido com a reação de alguns torcedores que, por trás de seus computadores e celulares, esbanjaram ódio contra um ou outro. O mais surpreendente foi em relação ao técnico Fernando Seabra, um dos que mais levou "chumbo" desse pessoal.

Comportamento até certo ponto questionável, uma vez que o Cruzeiro fazia um jogo equilibrado mas, com um a menos, acabou sendo envolvido pelo time do Bahia. Não fosse a expulsão bizarra de Marlon - mais uma vez -, ainda que perdêssemos, não seria por esta grande diferença, que acabou não sendo o retrato do jogo.

No entanto, como o futebol nem sempre é justo - e isso que faz com que ele seja apaixonante -, o placar aconteceu, a derrota foi grande, mas não é hora para achar culpados, nem mesmo o próprio Marlon. Chance para o bom Kaiki Bruno mostrar seu futebol, já diante do Athlético-PR, que nem de técnico virá a Belo Horizonte, na quarta-feira (26/6), às 19h, no Mineirão. Cuca pediu demissão, mais uma vez abandonando um time no meio do caminho.

O Cruzeiro vem jogando um futebol bom, dentro de um esquema. Claro que há questionamentos quanto à titularidade de alguns, como Lucas Silva, Robert e Ramiro. Eu, particularmente, gosto do futebol do Japa e, desde já, voltaria com Arthur Gomes no ataque. O Cruzeiro perde robustez sem ele e, até 10 de julho, quando os reforços serão escritos, é com este elenco que iremos. 

E saio, aqui, em defesa de Seabra. Não é hora de trocar treinador. Vi muita gente falando de Renato Gaúcho, o próprio Cuca, entre outros nomes. Nâo creio nem em mudança e nem que seja a hora para tal. Lógico que, caso o Cruzeiro oscile por mais tempo, não obtenha os pontos ou jogue mal, uma troca é inevitável. Quem aí não se lembra que quem demtiu o Pepa foi o Pedrinho? E olha que nem dono era ainda do clube.

Menos mimimi, mais torcida. Bora ir ao Mineirão empurrar o Cruzeiro contra o Furacão! Momento de união e de voltar a subir na tabela.

JOÃO VITOR VIANA

terça-feira, 18 de junho de 2024

"Caso Dudu": em três dias, atleta conseguiu desagradar duas diretorias. Para o Cruzeiro, um alívio e possibilidade de investir em outro jogador



De sábado até segunda-feira, uma discussão tomou conta do futebol brasileiro: Dudu de volta ao Cruzeiro. Formado na base da Raposa, o próprio jogador procurou seu amigo, Alexandre Mattos, querendo mudar de ares. No Palmeiras, com contrato até fim de 2025, não teria espaço e buscava voltar às suas origens. Mattos, então, colocou o atleta, de renome internacional e um dos jogadores mais bem pagos do país, como prioridade. Acertou com ele, com o Palmeiras e o Cruzeiro anunciou como reforço, pegando todos de surpresa, mesmo as conversas terem começado 25 dias antes.

No entanto, uma "conversa" com membros da Mancha Verde teria mudado tudo. E o atacante, mimado, voltou atrás, não honrando aquilo que havia acertado verbalmente e, o Palmeiras, assinado. Deixou Leila Pereira com extrema raiva, ao ponto de ela falar, em rede nacional, que o "ciclo de Dudu tinha se encerrado no Palmeiras". O Cruzeiro ficou puto também. À noite, publicou nota desistindo da contratação, deixando claro que "pretende contar com atletas leais". Porta fechada para Dudu, que ganharia na Raposa um contrato de quatro anos, podendo chegar a cinco e um contrato milionário, não apenas o maior do país, como uma certeza de ter um grande contrato, talvez o último da carreira, com altos valores. Jogou fora a chance de voltar a ser um protagonista, o que ele não conseguirá no Palmeiras, dos "amigos de Mancha Verde". Será que os integrantes da "organizada" irão até a casa de Leila exigir a titularidade do amiguinho? Leila peita e Abel, tampouco, parece fazer questão do pupilo do torcedor.

Águas passadas agora. De tudo, mostrou ao país que o Cruzeiro tem audácia e que vai atrás de grandes nomes. Haverá investimento e nao será pouco. Recado à imprens nacional, às torcidas e, principalmente, ao torcedor do clube, que não haverá medição de esforços para fazer do Cruzeiro um protagonista o futebol, de fato. Se não com Dudu, com Michael, com Talisca ou outro grande nome. Gabigol? Quem sabe em 2025. Não duvidem! 

Para este ano, o que seria investido em Dudu pode ser revertido a outro jogador ou, ainda, outros. É certo que o clube precisa, no mínimo, de mais dois ou três nomes, principalmente um volante, um meia e um centroavante.

Até dia 10 de julho, quando será aberta a janela de transferência, nosso ataque estará bem desfalcado. Perdemos dois recentemente (Dinenno nem tão recente assim) e teremos que nos adaptar por quase um mês. Seja com dois jogadores rápidos, falso 9, o que for. O importante é saber jogar sem a figura do "matador". E esperar que um chegue após a abertura da possibilidade de contratação.

POR: JOÃO VITOR VIANA

sexta-feira, 14 de junho de 2024

terça-feira, 11 de junho de 2024

Mais um anúncio em posição carente. Faltam, ao menos, mais três reforços, além de saídas de atletas que em nada ajuda ou ajudarão


O Cruzeiro de Pedrinho é bem diferente do de Pedro Martins e companhia. Além da preocupação com o passivo financeiro, Pedro Lourenço, proprietário do clube, quer ver atletas de ponta na equipe. Em entrevista, afirmou que vai fazer um aporte alto, de cerca de R$ 100 milhões até o final do ano e, em 2025, a folha do Cruzeiro será alta, no valor de R$ 20 milhões em média.

Pedro disse, ainda, que há a necessidade de saídas, até para diminuir os custos. Machado e Papagaio devem ser os primeiros. Palácios e Neris, questão de tempo. Um goleiro também deverá respirar novos ares, já que hoje, além de Cássio, há Anderson, Leo Aragão e Grando. Todos com mercado.

Nesta teça-feira (11/6), o clube confirmou o acerto com Kaio Jorge, de 22 anos, vindo da Juventus, por cinco temporadas. Filho de pai cruzeirense, Kaio desde cedo já ouviu falar da grandeza do clube, da torcida e da história celeste. Outros nomes vão chegar também. Um zagueiro, um volante e, ao menos um meia - contando a permanência de Matheus Pereira -, é vital. Vou além: mais dois atacantes. E se puder negociar alguém, bom também. Não é porque o Pedrinho tem grana que vai ficar só injetando, sem retorno. É empresário, precisa de lucro também. O Cruzeiro nunca poderá ser uma filantropia.

Aí me perguntam: e a base? Pois é. Há tempos cobro que Pedrão, Japa, Vitinho e outros que ainda estão no sub-20 sejam aproveitados. Por que, por exemplo, o Otávio não pode ser o terceiro goleiro? Em que Néris é melhor que Pedrão? Japa, sendo um coringa como lateral e volante, não poderia ser uma opção? Por que Papagaio tanto joga e Arthur, artilheiro da base, sequer é convocado? João Pedro é outro que precisa voltar a ter espaço, pela exposão física e velocidade que tem.

Com a chegada de Adilson, Fabricio, Célio Lúcio e outros componentes na base celeste, certamente, em médio e longo prazos, o clube vai revelar atletas, não perdendo, de forma bisonha, jogadores que poderiam ter livrado uma grande parte da dívida, como Vitor Roque e Messinho (Estevão). Lembrando que vendemos Fabrício Bruno a preço de banana; Bruno Viana, idem; Ederson de graça; Rafael (goleiro); e tantos outros.

A gestão mudou o patamar do clube, vai ter contratações boas, deixou o clube mais robusto e ambicioso, como sempre foi. Agora é saber medir investimentos com atletas jovens, formados no Cruzeiro, com alma e disposição de um cruzeirense de verdade. Depois que a base foi sucateada nas eras "Gilvan", "Wagner" e "SSR", Ronaldo recuperou, trouxe uma nova cara à base, antes, cabide de emprego e completamente amadora. O que se espera, agora, é a formatação de valores e atletas que façam, geração após geração, um time jovem, vibrante e vencedor. 


POR: JOÃO VITOR VIANA

terça-feira, 28 de maio de 2024

Jogo de quinta-feira (30/5) é para a torcida fazer o que mais sabe: empurrar o Cruzeiro à liderança


POR: JOÃO VITOR VIANA

Quinta-feira será um dia que o Mineirão, campo que representa o Cruzeiro, deverá estar bem cheio. Até essa terça (28/5), cerca de 35 mil ingressos já foram vendidos numa escala que deverá se aproximar dos 50 mil. Tudo isso porque o jogo contra o Católica vale a liderança do grupo, uma boa quantia em dinheiro (cerca de R$ 3 milhões) e classificação direta à próxima fase da Sul-Americana.

Caberá à maior torcida do Estado, então, fazer sua parte: empurrar o time para cima da Católica. Depois de um início medíocre - não há outra palavra - o Cruzeiro se recuperou, contou com a sorte e, agora, depende apenas de si para ser o primeiro. É uma chance boa de recuperação de recursos, rasgados após a perda do Mineiro e a eliminação ridícula na Copa do Brasil. Águas passadas quando a gestão era outra e tinha objetivos menores, agora o Cruzeiro não apenas está mais audacioso, como também não aceita situações assim. Elevou o patamar de exigência e tem em sua diretoria de futebol pessoas que visam mudar a cara do time, com nomes que cheguem para assumir a titularidade. Enquanto a janela não abre - só acontecerá um julho -, conversas vão acontecendo e, em breve, outros nomes serão anunciados, além de Cássio. Até lá é confiar e apoiar o time.

Contra o Católica, no entanto, desfalques importantes não poderão ajudar a equipe de Fernando Seabra. Arthur Gomes e Dinenno estão de fora, com o argentino parando por cerca de 3 meses, devido a uma cirurgia no púbis; e Matheus Vital, ainda se recuperando de uma cirurgia no ombro. Deverá voltar entre 8 e 12 semanas. Já Arthur deverá ficar de fora nos próximos dois compromissos celestes.

AUSÊNCIA Sei que estou meio ausente das resenhas, principalmente pós-jogo. O último que estive presente, aliás, no Independência, Deus nos livre. O jogo em si não foi ruim, mas poderia ter sido melhor. Valeu pela vitória simples. Pior mesmo foi o acesso ao estádio e a saída. Uma confusão em um espaço pequeno. Estádio de time de quinta categoria, aliás. Banheiros entupidos, fedorentos e extremamente mal conservados. Além disso, uma sujeira no estádio que dá vergonha. Quando o Cruzeiro manda seus jogos no Independência, além de vários setores não conseguirem assistir a várias partes do gramado, o que é um absurdo, precisa lidar com questões básicas, seja de conforto, higiene ou, mesmo, para pegar uma cerveja. Incrível como um estádio que custou milhões seja uma porcaria em quase tudo. 


Estádio sujo, vergonhoso


Banheiros transbordando


Visão ruim de vários pontos da partida


Quem senta, não enxerga absolutamente nada


Visão horrível do campo


Conforto zero. Independência é um estádio bem ruim em muitos sentidos ao torcedor

Fotos: João Vitor Viana / Blog Cruzeiro Online


segunda-feira, 29 de abril de 2024

Mudança de mãos e conserto de rota: em comum acordo, sai um descontente e entra um entusiasta




Cruzeiro foi adquirido por Pedro Lourenço, que passa a gerir o clube em outros moldes, mais perto da torcida e com vontade de investir

O Cruzeiro tem novo dono: sai Ronaldo e entra Pedro Lourenço. Ronaldo teve a coragem de pegar o clube em seu pior momento e, ainda que tenha visto nisso, uma oportunidade de negócio, é inegável que fez um bom trabalho de reestruturação, formou uma equipe, trouxe oxigênio financeiro e deu projeção a um clube que, historicamente, sempre foi gigante, mas se apequenou em 10 anos de desmandos gerenciais, culminando em parar em páginas policiais em diversos momentos.

No entanto, em pouco mais de dois anos, Ronaldo voltou a dar a credibilidade que o clube havia perdido, equacionou dívidas, pagou outra parte e, agora, passa o bastão a quem sempre vestiu e esteve junto à torcida: Pedro Lourenço, o Pedrinho BH.

CLIQUE AQUI E VEJA A ENTREVISTA DADA POR RONALDO, PEDRO LORENÇO E GABRIEL LIMA

Ao meu entender, deixa o clube alguém que já estava cansado de ser cobrado e entra um entusiasta. Ronaldo detestou a queima de sua imagem, os sucessivos questionamentos sobre investir. Contudo, isso partiu dele mesmo, que prometeu um ano audacioso e não é o que se viu. Com um diretor de futebol limitado - que acabou indo para o Vasco e vai passar um perrengue por lá -, e outros funcionários, alinhados com a política do bom e barato, Ronaldo não apostou em ousadia. Queria sim, com o tempo, deixar o Cruzeiro melhor. Mas gestão empresarial e futebol, para caminharem juntos, precisa de aceleração, por mais que haja uma dívida bilionária em questão.

Ronaldo sempre pregou que o principal era honrar os compromissos, fazer um time competitivo e diminuir a dívida. E isso cumpriu. Mas sendo Cruzeiro, um time de camisa pesada, a pressão é grande, mesmo que, por vezes, a torcida - ou parte dela - transpareça uma ingratidão com o agora, ex-gestor. 

Pelas redes sociais, a irmã de Ronaldo, Ione, disse estar triste e que ver o irmão tocar algo que estava lhe custando tempo, dinheiro e nada de reconhecimento, não era mais algo saudável. E isso teria sido o motivo de Ronaldo abrir mão de seu maior case de sucesso no futebol até aqui. Dessa forma, mais uma vez chegamos à conclusão que o Cruzeiro não evoluiria muito além do que vem mostrando em 2024 nas mãos do Fenômeno. Seria um time para não correr riscos, terminar bem o ano, chegar à Sul-Americana e, no máximo, tentar passar de fase da competição internacional desse ano que, inclusive, está bem mal num grupo deprimente.

Chega Pedrinho com planos novos, discurso motivador, contratação de um homem forte do futebol (Alexandre Mattos) e vontade de investir. Será que virá estádio? Quantos reforços e quais chegam no meio do ano? Teremos a tal ousadia e alegria na próxima janela? O torcedor passou a sonhar. Saiu do pesadelo causado por tropeços inacreditáveis para outra situação. 

Que o Cruzeiro mude de patamar. Que Pedrinho realize os sonhos do torcedor que, aliás, ele o é.


POR: JOÃO VITOR VIANA