segunda-feira, 25 de maio de 2026
O que importa são os três pontos: sequência, desgaste e calendário apertado também não ajudam. Mas está quase!
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Reta final: última rodada vira drama para Boca e só a vitória garante o Cruzeiro na próxima fase
Quem acompanhou a partida entre Universidad Católica e Barcelona da Shopee ontem, ainda que pelo celular, pensou que o 0 a 0 iria permanecer e tudo ficaria embolado, como tem sido praxe no grupo, chamado de "da morte", por boa parte dos analistas. Contudo, o time chileno abriu 2 a 0, chegou aos 10 pontos e deu um bom passo para a classificação à próxima fase. Mas nem tudo está garantido. Isso porque a equipe vai pegar o Boca, fora de casa e, caso perca, pode ficar de fora. Já o Boca, se empatar e o Cruzeiro vencer, vai para a Sul-Americana.
Pode, porque precisaria do Cruzeiro também vencer. Aliás, só a vitória interessa na partida contra o já eliminado Barcelona. Com a derrota para os chilenos, a equipe já não tem nenhuma chance de classificação e nem podendo tentar uma classificação à Sul-Americana, já que não há como mais ficar em terceiro no grupo. Vem a Belo Horizonte apenas para cumprir tabela, o que não vai significar que será jogo fácil.
O dia 28/5, às 21h30 promete. Lance a lance serão definidos os classificados. Mineirão deverá ser palco de um jogo cheio, para mais de 50 mil pessoas, apesar do horário. Dentro das possibilidades, o Cruzeiro vai com o que tiver de melhor, principalmente porque até a parada para a Copa do Mundo, todos os três jogos que fará será em BH. Ou seja, não haverá desgaste com deslocamentos e o descanso poderá ser melhor feito.
Antes, porém, há uma partida também importante, agora pelo Brasileiro, diante da Chapecoense. Em 13º lugar, fazendo uma campanha de recuperação pós-desastre de Tite, o Cruzeiro pode terminar a primeira fase com 26 pontos, o que significaria estar entre os 7 primeiros. Para isso precisa vencer, também, o Fluminense, em partida posterior ao Barcelona.
Apesar dos três jogos serem decisivos, o principal deles é contra o Barcelona. Diante disso, não seria estranho se um ou outro atleta ficasse de fora dessa partida. Certeza será Gerson, expulso contra o Boca e de fora da partida decisiva da Libertadores. Além dele, Otávio, um gigante, também vai jogar essas três partidas finais. Nomes como Romero, Matheus Pereira, Arroyo também deverão ser bem acionados, assim como Christian, Fabrício Bruno e Kaiki. Mas podem e devem ser substituídos durante os jogos, até porque o Cruzeiro tem um grupo curto até o descanso do meio do ano.
POR: JOÃO VITOR VIANA
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Empate no talento de Otávio e na garra do grupo
O Cruzeiro conseguiu um resultado muito importante na noite dessa terça-feira (19/5), no La Bombonera, na Argentina. Diante de um estádio cheio, clima hostil e uma equipe que dessa vez optou por não abusar da pancadaria - como fez no Mineirão -, a Raposa trouxe para Belo Horizonte um ótimo resultado e, só não venceu por detalhes. Isso porque Otávio, eleito o melhor em campo, garantiu lá atrás o tanto que foi possível. Contudo, Neiser teve a bola do jogo e, sozinho contra o goleiro, não teve a frieza de finalizar e fazer o segundo gol, em momento que o Cruzeiro já estava com um a menos - Gerson foi expulso de forma exagerada.
O Cruzeiro começou bem o jogo, foi para cima e não sentiu, de início, o fato da importância do jogo. No entanto, uma blitz argentina durou cerca de 15 minutos, quando o Boca literalmente sufocou o Cruzeiro. Otávio mostrou talento e evitou que o gol saísse. No entanto, numa bela cobrança de falta de Paredes, Otávio não alcançou e a bola morreu no fundo do gol, sendo tocada por último por Merentiel. Incrível como o narrador, comentarista e repórter de campo, durante todo o jogo, ficaram falando de falha do Otávio. Levaram isso até para a entrevista pós-jogo e o comentarista (PVC) disse que "Otávio não foi arrogante, mas vai rever o lance algumas vezes". Sério mesmo? O cara fez pelo menos seis defesas importantes! Em vez do pessoal levar para o positivo, ficam pegando no negativo. Afinal, não é o Flamengo, né?
Com um a menos no placar, o Cruzeiro teve que buscar o resultado na base do toque, marcação mais apertada e velocidade. Kaio Jorge e Bruno Rodrigues, principalmente, não renderam. Fagner, no primeiro tempo, também foi mal. Mas como o futebol é uma caixinha de surpresas, quis o destino que Fagner, em jogada e Kaiki, fizesse o gol de empate. No lance, o VAR recomendou análise de possível toque de Kaiki, o que era um absurdo. O árbitro confirmou o gol.
Pouco depois, uma dividida entre Gerson e um atleta do Boca resultou na expulsão do volante celeste. Exagerada no meu ponto de vista. Na análise do VAR, o lance sequer teve continuidade, ficando paralizado como se Gerson tivesse dado uma entrada criminosa no jogador adversário. Com um a menos, a tática teve que mudar. Otávio passou a ser mais exigido e mostrou, mais uma vez, talento e agilidade. Artur Jorge reforçou a defesa, colocando João Marcelo e optou por Sinisterra e Neiser como peças de contra-ataque. Num desses lances, isolados, João Marcelo deu um bico, a bola caiu nos pés de Neiser e ele, sozinho, desperdiçou uma chance clara de gol, que poderia dar a vitória e a classificação antecipada ao Cruzeiro num grupo taxado como "da morte".
Com nove minutos de acréscimo, que viraram 12, o Boca foi para o tudo ou nada.Um último lance ainda resultou em reclamação de pênalti, o que não ocorreu, ainda que a bola tenha batido no braço de Romero. A distância do chute para o corpo do atleta era curta e, por isso, o árbitro venezuelano não marcou, finalizando o jogo em 1 a 1. O Cruzeiro terminou, prvisoriamente, na liderança do grupo, esperando o jogo da U.Católica contra o Barcelona na quinta para ver se fica líder ou cai para segundo. Diante do Barcelona, na última rodada da fase de grupos, o Cruzeiro, com uma vitória simples, classifica. Dependendo do resultado de quinta, até um empate. Mas é bom não dar sopa para o azar, melhor pensar que o Cruzeiro precisa buscar a vitória a todo o custo. Com Mineirão lotado, torcida vibrante e bola de qualidade em campo.
Agora é pensar no Brasileiro. Faltam dois jogos, contra Chapecoense e Fluminense, ambos em casa. Após a maratona de abril e maio, restam três jogos, todos no Mineirão, até a parada para a Copa, que será importante para o descanso, adaptação da equipe, mudança de peças e intertemporada necessária para equilíbrio da equipe. Artur Jorge ressuscitou um time morto deixado por Tite. Falta, agora, recuperar alguns atletas fisicamente, caso de Cássio e Kaio Jorge, principalmente. Contudo, no gol, agora, estamos mais tranquilos.
POR: JOÃO VITOR VIANA
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Última tentativa: como foi esse final de semana, que pode ter definido as últimas escolhas de Ancelotti para a Copa de 2026
Dos 55 atletas presentes na lista prévia para a Copa do Mundo, vários entraram em campo nesse final de semana, última oportunidade para tentar, ao menos, por mais uma última dúvida na mente de Carlo Ancelotti, que nesta segunda-feira (18/5), a partir das 16h45, inicia a leitura dos 26 que irão compor o grupo presente na maior competição de futebol do mundo.
No Cruzeiro, cinco nomes constaram na lista prévia: Kaiki, Fabrício Bruno, Matheus Pereira, Gerson e Kaio Jorge. Atletas de Flamengo, Bahia, Palmeiras e outras equipes também estão na lista e, a maioria, também entrou em campo. No caso do Flamengo, talvez nem fosse a melhor opção: Danilo esteve mal e foi expulso contra o Athletico-PR e Alex Sandro foi aquilo que todos sabem: uma água. Mas como jogam no Flamengo, o lobby ao redor deles é muito maior.
Aliás, ontem fiz questão de assistir a alguns programas e como a mídia carioca e paulista fazem um desserviço ao futebol! A maioria defendendo a presença de Neymar, que não joga há quatro anos em alto nível, que já esteve em três Copas e nunca arrumou nada. Entendo que é o artilheiro histórico da Seleção, mas como se trata de Copa do Mundo, os 26 selecionados devem ser os melhores e estarem em alto nível. Hoje não temos um goleiro confiável, por exemplo.
E mais: não falaram, em momento algum, de merecimento de jogadores do Cruzeiro na lista final. Sério mesmo que Kaiki é pior que Alex Sandro? Que Douglas Santos? Não temos, hoje, laterais confiáveis. E olha que temos opções. Mas o que a imprensa, inclusive, tem imposto, são apenas nomes medianos para ruins. Kaiki é, de longe, o melhor lateral brasileiro. Mas não joga no Flamengo. Fabrício Bruno poderia estar na lista final, mas teve um ano abaixo do que fez em 2025. E diante disso, não deverá cmpor os 26 finais, a não ser que haja alguma lesão no decorrer do processo.
Já Gerson, o melhor volante atualmente no futebol brasileiro é outro que, se jogasse em Flamengo ou Palmeiras, seria nome garantido. Capaz de Andreas Pereira ser chamado e ele não. O mesmo vale para Matheus Pereira, o melhor 10 do Brasil há algum tempo. Mas no SporTV, não há um 10 no Brasil melhor que Neymar. Pior: Ancelotti não aposta nesse esquema com jogador pensante, preferindo pontas que ataquem pelos flncos e pelo meio. Será uma surpresa se for chamado. Já Kaio Jorge, pelo ano de 2025, deveria ter o nome carimbado na lista final. Pesa contra o fato de não estar 100% fisicamente, conviver com uma pubalgia e também não contar com o lobby da imprensa.
Ou seja: a lista de Ancelotti, caso não haja surpresas, será basicmente o que alguns têm pedido e aplaudido. Danilo e Alex Sandro, dois aposentados entre os 26; Neymar, fora de forma, ocupando espaço de quem poderia render; goleiros nada confiáveis; laterais horrorosos e, pior, um time que não chama a responsabilidade para si. Maioria deseja Neymar para que recaia sobre ele o fracasso que um grupo nada homogêneo tende a participar. Pior de tudo: caso isso se confirme, vai ter muito jornalista tirando o dele da reta, inclusive apontando dedo para o treinador. Mas a gente vai lembrar, um a um, o que disseram antes da frustração.
Sinceramente, não estou confiante em grandes mudanças, em surpresas. Mas 2030 é logo ali.
POR: JOÃO VITOR VIANA
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Faça o pix imediatamente! Ah se não fosse o Tadeu! (e a trave e o Fabrício Bruno)
terça-feira, 12 de maio de 2026
Um jogo de milhões! Cruzeiro pega o Goiás, hoje, de olho na bufunfa!
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Foi bom, mas foi ruim. Rodada termina com Cruzeiro em 11º, mas com distância de apenas três pontos entre o 7º e o 17º
Está tudo embolado! Em uma rodada ou duas, quem hoje está na dolorosa região da confusão - como diria Vanderlei Luxemburgo - pode se aproximar do grupo dos sete primeiros. Isso porque a diferença justamente do sétimo colocado hoje, o Bragantino, para o 17º, o Grêmio, é de apenas três pontos. Ou seja, beirando a área da confusão, estão nada menos que 10 equipes, sendo o Cruzeiro uma delas. Ou seja, a rodada foi boa, mas também foi ruim, uma vez que o time continua ali permeando uma área perigosa, que se aglutina a cada rodada e que tende a ser assim pelo menos até a parada para a Copa do Mundo.
Dos quatro últimos, nenhum venceu na rodada. Chapecoense e Remo seguem como sendo os principais candidatos ao rebaixamento. O Mirassol, pela campanha na Libertadores tende a sair desse grupo dos quatro piores e outras equipes, que estão com baixo rendimento como Grêmio, Santos, Internacional e Atlético acabam virando candidatos a preencher as posições. Todos, sem exceção, vem jogando um futebol bem abaixo do que podem.
Contudo, futebol não é avaliação de grupo e não dá nenhuma certeza quanto a futuro. A parada para a Copa do Mundo será primordial para algumas equipes, inclusive para o Cruzeiro, que precisa não apenas melhorar como aumentar o grupo de atletas disponíveis. Elencos curtos para número grande de competições desgastam mais e têm mais problemas de lesões. Isso faz crer que a janela do meio do ano no Brasil seja bem movimentada.
De olho no Goiás, mas também já pensando no Palmeiras, o Cruzeiro terá uma semana decisiva. Afinal, a partida pela Copa do Brasil, diante dos goianos, vale uma boa grana: R$ 3 milhões e a classificação às oitavas de final. Nos embalos de sábado à noite (de novo), o Cruzeiro vai visitar o líder do Brasileirão, que tropeçou diante do Remo e nas últimas cinco partidas venceu apenas duas. Jogo complicado, de finais de competições nacionais e que vale muito, principalmente considerando que o "bololô" em que o Cruzeiro está não se pode vacilar.
Hoje o Cruzeiro consegue respirar um pouco, principalmente depois de um trabalho medíocre de Tite, que não apenas desgastou o time, moeu atletas e deixou, ainda, o time na lanterna, com 4 pontos em 8 jogos. Mas ainda estamos longe de pensar em algo que não seja sair de uma zona perigosa. Com foco e trabalho o Cruzeiro vai sair, até porque tem jogado bem e vencido jogos importantes desde que Artur Jorge assumiu o comando.
POR: JOÃO VITOR VIANA
domingo, 10 de maio de 2026
Vitória da juventude e que fortalece o Cruzeiro no Brasileiro e demais competições
Vencer o Bahia fora de casa em meio a um mês com tantos jogos decisivos e difíceis era o ideal. Vindo de uma sequência sem descanso, o Cruzeiro precisa - e vai precisar em outras ocasiões - poupar jogadores para não perdê-los para a sequência seguinte. Contra os baianos, além dos desfalques - Kaiki e Arroyo -, Artur Jorge poupou Christian e Kaio Jorge dos 11 iniciais. Contudo, deu certo. Por meio da juventude, Cruzeiro virou uma partida muito difícil e saiu de Salvador com os três pontos.
O Cruzeiro começou melhor, dominou as principais ações, finalizou mais e chegou com mais perigo. No entanto, num ataque pela esquerda celeste, o Bahia achou um pênalti, cometido por Fabrício Bruno, que em 2026 não repete o futebol que o trouxe de volta ao Cruzeiro. Luciano Juba cobrou e Otávio não conseguiu alcançar.
Atrás do placar, o Cruzeiro foi buscar o empate. Numa sequência de toques, Neiser achou Kauã Moraes, que finalizou de canhota. Aliás, sempre que jogou nesta posição foi contra um time baiano. Em ambos, fez gol. O auxiliar chegou a levantar a bandeira, indicando impedimento, completamente inexistente, por sinal. Contudo, o VAR corrigiu a bizarrice e validou o gol.
No segundo tempo, o Cruzeiro voltou a ter chances, assim como o Bahia. Otávio fez ótimas defesas, que garantiram o placar. Jà na reta final, Kaique Kenji, também de canhota, deu números finais ao jogo., mesmo placar que a Raposa conseguiu em 2025, em Salvador. Naquele 15 de setembro, válido pela 23ª rodada do Brasileiro, gols de Sinisterra e Gabigol.
A vitória fortalece o Cruzeiro no Brasileiro - chegou temporariamente ao 10º lugar - e nas demais competições antes da parada para a Copa do Mundo. Há decisões pela Copa do Brasil, Libertadores e claro, Brasileiro. Vamos, Cruzeiro!
Renata, ingrata!
Na manhã deste domingão, o Cruzeiro também saiu vencedor, dessa vez, da Superliga de vôlei. 3 a 0 contra o Renata, no ginásio do Ibirapuera. Uma pulverização do CAM (sim, essa é a sigla do time adversário), o que, talvez, tenha influenciado o trator celeste em quadra. Parabéns ao técnico Filipe e ao time! Foi o 10º título do time, o maior campeão da competição e um dos maiores times do mundo!
POR: JOÃO VITOR VIANA
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Conmebol imita a CBF e atrapalha a Libertadores! Arbitragem prejudicou partida do Cruzeiro, principalmente no segundo tempo
O ruim da resenha pós-jogo é ter que falar de arbitragem. Não deixarei passar, obvamente, a boa atuação do goleiro Otávio, seguro e decisivo. Melhor em campo. Contudo, muito disso aconteceu devido ao Cruzeiro jogar praticamente todo o segundo tempo com um a menos, tendo que abdicar do ataque e daquilo traçado no intervalo para tentar, quem sabe, uma bola e vencer o jogo. Não foi possível e o empate acabou sendo o placar alcançável.
Contando com a volta de Fagner, Artur Jorge colocou em campo o que tinha de melhor. O Cruzeiro teve bom volume de jogo, criou alternativas e soube se portar em campo. Chegou algumas vezes, mas parou ou no azar de um posicionamento, que desfavoreceu a finalização, ou no goleiro adversário. Isso, no primeiro tempo. Já na segunda etapa, perdeu Arroyo, de forma exagerada, logo no início, em lance que seria, no máximo, para amarelo. Gerson, no primeiro tempo, levou um pisão, digno de vermelho e nada aconteceu. O VAR se omitiu de todos os lances da partida, inclusive desses dois, cruciais.
Com um a menos, na casa do adversário, com campo pesado por causa da chuva e num frio e horário horrorosos, a exigência de uma vitória, que seria épico, passou a ser algo meio que inalcançável. Com Romero e Kaiki amarelados, o medo era perder mais um, como aconteceu no clássico diante do rival. A falta de critério da arbitragem, o excesso de paralizações e a diferença numérica acabaram com a partida, que teve um nível técnico baixo, muito parecido com algumas partidas do Brasileiro, que também vive uma crise na arbitragem medonha. Assim como a CBF, a Conmebol atrapalha as competições que realiza. Mais uma partida prejudicada por um soprador de apito de quinta categoria e uma equipe de arbitragem completamente incompetente.
Assim, coube à defesa ser destaque, principalmente no segundo tempo. Boas atuações de Kaiki, Otávio (melhor em campo), Fagner e Jonathan. Gerson também esteve bem. Fabrício Bruno foi envolvido em vários lances e parece ter esquecido aquele futebol de 2025 no ano passado. É preciso retomar a confiança. Do meio para frente, lapsos e foi isso.
O resultado permitou ao Cruzeiro entrar na zona de classificação, passando o Boca Juniors e em igualdade de pontos com a Universidade Católica. Contudo, no critério de desempate, ficamos atrás. Não sei se com 11 sairíamos vencedores. Contudo, com um a menos, ficou bem difícil e o empate foi o que tinha para a janta.
POR: JOÃO VITOR VIANA
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Que vitória! Que torcida! Que arbitragem ruim!
O Cruzeiro conseguiu, diante do Boca Juniors, uma vitória maiúscula. Não somente por derrotar um gigante da América do Sul, mas pela forma que conseguiu, com insistência, repertório e superando uma arbitragem horrorosa e um time catimbento. O Boca não quis, em momento algum, jogar futebol. Provocou, encenou, simulou, tudo corroborado com uma patética arbitragem, que sem critério algum parou o jogo de forma acintosa, permitindo o antijogo, principalmente no primeiro tempo.
Contudo, o Cruzeiro, empurrado por sua torcida, que marcou presença, com mais de 57 mil pessoas, abriu o placar já no final do segundo tempo, em ótima jogada de Matheus Pereira para Kaio Jorge, que serviu Neiser. Sem goleiro, foi mortal. 1 a 0 que, ao final, ainda gerou revolta do time adversário, que queria confusão já no início e, no fim, era questão de tempo. Esse tipo de situação é culpa 100% da dona Conmebol, que assim como a CBF, no Brasil, fecha os olhos para absurdos em campo, contribuindo para um futebol cada vez mais pobre, violento e nada atrativo ao torcedor.
Coube ao Cruzeiro, escalado com o melhor que tinha - inclusive com um goleiro de verdade, não de totó -, se impor. Em poucos momentos, durante o jogo, o Boca ousou atacar. Preferiu atacar mais os atletas do Cruzeiro, com entradas violentas. Acabou que até mesmo a arbitragem expulsou o atacante Bareiro, que fez o que fez e, depois, ainda demorou para sair de campo. O árbitro não teve a capacidade e moral de retrá-lo, após agressão. Para piorar, ainda deu dois de acréscimo em um primeiro tempo em que apenas 20 minutos a bola rolou.
Para a segunda etapa, Artur Jorge pôs o time mais para cima, fez alterações ofensivas e conseguiu mais uma vitória. Com variedade tática, fez o Cruzeiro ser mais agudo. Matheus Pereira desfilou em campo e jogou o fino da bola. Foi dele o passe para Kaio serviu Neiser e o gol sair. O Mineirão explodiu, assim como na casa e comércios pelo mundo afora. 1 a 0 com gosto de vitória maiúscula, até porque foi. Vencer o Boca, em qualquer lugar é algo grandioso, mesmo o adversário não querendo jogar. Vieram para empatar. Foram embora com uma derrota no lombo.
Agora é chegar lá no La Bombonera com 9 pontos. Porque se foram embora com raiva e prometendo troco, pode escrever: não teremos vida fácil lá, tendo que saber jogar e conter os ânimos dos "hermanitos".
POR: JOÃO VITOR VIANA











