segunda-feira, 9 de março de 2026

Após 7 anos, o Mineiro é nosso!


O Cruzeiro, de novo, sagrou-se campeão. Após 7 anos, muita história, altos e baixos, o Maior de Minas levantou a taça, em jogo mais marcado pela pancadaria no fim do jogo que propriamente chances criadas.

Em campo, o Cruzeiro foi mais eficiente, principalmente porque a partida foi marcada por poucos lances de perigo. Os goleiros pouco trabalharam. Contudo, Kaio Jorge, sempre ele, deixou o seu, em lance que Everson tentou socar, mas a bola já tinha passado da linha. E muito! Ainda assim Everson, o rei da catimba e "religioso", queria fazer o árbitro ir contra o próprio VAR.

Em campo, muitos cartões. Jogadores simulando agressões, revidando provocações, criando situações inexistentes. Renan Lodi e Matheus Pereira protagonizaram alguns confrontos. Villalba e Huk também. Mas nada que beira Christian e Everson. O goleiro, como disse, religioso, deixou para lá o seu terço e partiu para cima de Christian após uma dividida. A joelhada que deu no rosto do meia cruzereinse desencadeou uma briga generalizada, que teve como saldo 23 expulsos. A súmula só saiu na manhã dessa segunda-feira (9).

No vestiário, vibração e esquecimento total da bagunça de dentro de campo. Provocações continuaram. Kaio Jorge, Fabricio Bruno, Lucas Romero protagonizaram algumas cenas. Entrevistas ainda à flor da pele. Por fim, foi perceptível que nenhum atleta do Cruzeiro não desejava nada de diferente a não ser ser campeão. Villalba chorou e se declarou ao Cruzeiro. Kaio Jorge e Fabricio Bruno com camisas provocativas.

Se até o Cássio entrou na briga, é sinal que os caras estavam bem pilhados e não abaixariam a cabeça num momento de retomada de títulos. As expulsões, agora, são da conta da Federação Mineira de Futebol (FMF). E para 2027, se forem 6, 12 jogos... não tem problema. Jogamos com reservas e teremos a obrigação de chegarmos a mais uma final. Foco agora no Flamengo, em jogo de campeões estaduais. Do lado de lá, Jardim, que trocou a idolatria pela grana do Urubu. 

É ver se no Cruzeiro a concentração irá se manter. Isso passa pelo nenhum cumprimento a Leonardo Jardim antes do jogo. Pelo que ele fez com o Cruzeiro, a indiferença é a maior resposta.

POR: JOÃO VITOR VIANA 

domingo, 11 de janeiro de 2026

sábado, 30 de agosto de 2025

Calma Lédio e Jáder! Nada de freguesia! Por mais que a transmissão torça contra, a gente venceu!




Quem viu o jogo entre Cruzeiro e São Paulo, ficou com raiva. Não pelo jogo, disputado, mas pela narração horrível e tendenciosa, junto aos comentários. Lédio Carmona estava em polvorosa, assim como Jader Rocha. Bizarro o que fazem com o futebol. Não bastasse outros fatores, o torcedor ainda precisa ter o desprazer de ver e ouvir situações deprimentes. Calma, Lédio e Jader, dessa vez a equipe de vocês ficou pelo caminho. Só faltou falar que o Cruzeiro era freguês do São Paulo. Pelo menos isso não foi falado.

Aliás, pelo que parece, o Cruzeiro venceu a Seleção da Argentina, a atual campeã do mundo. Rafael fez, sim, um ótimo jogo. Conhecemos aqui desde a base. No mais, vimos um ataque de mimimi, uma zaga altamente vulnerável. O que fez o São Paulo competitivo foi o meio-campo. Já o Cruzeiro, o diferencial foi a zaga, com atuação monstra de Fabrício Bruno e Kaiki e um gol maravilhoso de Matheus Pereira, que deveria cobrar mais faltas.

Lédio e Jader, até o final do jogo, insistiram que o Cruzeiro jogou mal. Como ir mal se o melhor jogador do jogo foi o Rafael? Não faz sentido.

Se os números históricos contra o São Paulo não são, ainda, bons, os três pontos em campo deixou o clube temporariamente na segunda colocação e mais perto do Flamengo, ainda que com jogos a mais. 

Chorem, Jader e Lédio! Mas na cama, que é lugar quente!


JOÃO VITOR VIANA

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

A imprensa mineira que ama soltar fake news antes de clássico: depois da insatisfação de Gabigol, o interesse do futebol do Qatar em Leonardo Jardim


É só chegar véspera de clássico que a imprensa fica com comichão, bisbilhota jornais do mundo todo, faz fofoca, inventa notícia: tudo para tumultuar quem? O time rival ao que ela torce. Pois é. Depois de inventarem que Gabigol está insatisfeito, inclusive dando números e até jogando a torcida contra o jogador, agora pegaram um jornal de fofoca de Portugal para ser uma fonte para anunciarem na rádio e TV. Agora tem time do Qatar (Al-Jazeera) interessado no treinador celeste. Ai, ai...

O mais incrível é que nada... nada do outro lado acontece. Ninguém mais fala dos atrasos salariais, da grama sintética horrível do estádio, entre outras. Mas como o Cruzeiro está melhor no Brasileiro, a raiva da imprensa cacarejante aumenta. Uma vez ouvi um ex-setorista do alvinegro, numa cobertura jornalística no terreiro deles, dizer para outro: "E inadmissível o Galo estar tão distante do Cruzeiro". Ah, se os torcedores soubessem um pouco dos bastidores da imprensa que cobre os clubes e o tipo de papo que ocorre nos CTs e jogos...

Como desde 1921 somos vacinados contra essa bandalheira, banda podre e clubista, segue o jogo. Vamos, primeiramente, buscar vencer, distanciar dos clubes que estão abaixo e nos aquecer para o meio da semana que vem, quando haverá um "clima de guerra", criado por torcedores e reverberado pela imprensa, esta que, depois, vai falar de paz nos estádios de uma forma hipócrita e bizarra. Aquela história de morde e assopra, sabe? Mas nesse caso é mais "taca no ventilador e depois passa pano".

Contra tudo e contra todos, seguimos.

Contra a mediocridade dos microfones (inclusive os que chamam técnico de bêbado e que espero, sejam punidos) e a torcida dos travestidos de jornalistas, seguimos.


JOÃO VITOR VIANA

quarta-feira, 20 de agosto de 2025