terça-feira, 12 de maio de 2026
Um jogo de milhões! Cruzeiro pega o Goiás, hoje, de olho na bufunfa!
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Foi bom, mas foi ruim. Rodada termina com Cruzeiro em 11º, mas com distância de apenas três pontos entre o 7º e o 17º
Está tudo embolado! Em uma rodada ou duas, quem hoje está na dolorosa região da confusão - como diria Vanderlei Luxemburgo - pode se aproximar do grupo dos sete primeiros. Isso porque a diferença justamente do sétimo colocado hoje, o Bragantino, para o 17º, o Grêmio, é de apenas três pontos. Ou seja, beirando a área da confusão, estão nada menos que 10 equipes, sendo o Cruzeiro uma delas. Ou seja, a rodada foi boa, mas também foi ruim, uma vez que o time continua ali permeando uma área perigosa, que se aglutina a cada rodada e que tende a ser assim pelo menos até a parada para a Copa do Mundo.
Dos quatro últimos, nenhum venceu na rodada. Chapecoense e Remo seguem como sendo os principais candidatos ao rebaixamento. O Mirassol, pela campanha na Libertadores tende a sair desse grupo dos quatro piores e outras equipes, que estão com baixo rendimento como Grêmio, Santos, Internacional e Atlético acabam virando candidatos a preencher as posições. Todos, sem exceção, vem jogando um futebol bem abaixo do que podem.
Contudo, futebol não é avaliação de grupo e não dá nenhuma certeza quanto a futuro. A parada para a Copa do Mundo será primordial para algumas equipes, inclusive para o Cruzeiro, que precisa não apenas melhorar como aumentar o grupo de atletas disponíveis. Elencos curtos para número grande de competições desgastam mais e têm mais problemas de lesões. Isso faz crer que a janela do meio do ano no Brasil seja bem movimentada.
De olho no Goiás, mas também já pensando no Palmeiras, o Cruzeiro terá uma semana decisiva. Afinal, a partida pela Copa do Brasil, diante dos goianos, vale uma boa grana: R$ 3 milhões e a classificação às oitavas de final. Nos embalos de sábado à noite (de novo), o Cruzeiro vai visitar o líder do Brasileirão, que tropeçou diante do Remo e nas últimas cinco partidas venceu apenas duas. Jogo complicado, de finais de competições nacionais e que vale muito, principalmente considerando que o "bololô" em que o Cruzeiro está não se pode vacilar.
Hoje o Cruzeiro consegue respirar um pouco, principalmente depois de um trabalho medíocre de Tite, que não apenas desgastou o time, moeu atletas e deixou, ainda, o time na lanterna, com 4 pontos em 8 jogos. Mas ainda estamos longe de pensar em algo que não seja sair de uma zona perigosa. Com foco e trabalho o Cruzeiro vai sair, até porque tem jogado bem e vencido jogos importantes desde que Artur Jorge assumiu o comando.
POR: JOÃO VITOR VIANA
domingo, 10 de maio de 2026
Vitória da juventude e que fortalece o Cruzeiro no Brasileiro e demais competições
Vencer o Bahia fora de casa em meio a um mês com tantos jogos decisivos e difíceis era o ideal. Vindo de uma sequência sem descanso, o Cruzeiro precisa - e vai precisar em outras ocasiões - poupar jogadores para não perdê-los para a sequência seguinte. Contra os baianos, além dos desfalques - Kaiki e Arroyo -, Artur Jorge poupou Christian e Kaio Jorge dos 11 iniciais. Contudo, deu certo. Por meio da juventude, Cruzeiro virou uma partida muito difícil e saiu de Salvador com os três pontos.
O Cruzeiro começou melhor, dominou as principais ações, finalizou mais e chegou com mais perigo. No entanto, num ataque pela esquerda celeste, o Bahia achou um pênalti, cometido por Fabrício Bruno, que em 2026 não repete o futebol que o trouxe de volta ao Cruzeiro. Luciano Juba cobrou e Otávio não conseguiu alcançar.
Atrás do placar, o Cruzeiro foi buscar o empate. Numa sequência de toques, Neiser achou Kauã Moraes, que finalizou de canhota. Aliás, sempre que jogou nesta posição foi contra um time baiano. Em ambos, fez gol. O auxiliar chegou a levantar a bandeira, indicando impedimento, completamente inexistente, por sinal. Contudo, o VAR corrigiu a bizarrice e validou o gol.
No segundo tempo, o Cruzeiro voltou a ter chances, assim como o Bahia. Otávio fez ótimas defesas, que garantiram o placar. Jà na reta final, Kaique Kenji, também de canhota, deu números finais ao jogo., mesmo placar que a Raposa conseguiu em 2025, em Salvador. Naquele 15 de setembro, válido pela 23ª rodada do Brasileiro, gols de Sinisterra e Gabigol.
A vitória fortalece o Cruzeiro no Brasileiro - chegou temporariamente ao 10º lugar - e nas demais competições antes da parada para a Copa do Mundo. Há decisões pela Copa do Brasil, Libertadores e claro, Brasileiro. Vamos, Cruzeiro!
Renata, ingrata!
Na manhã deste domingão, o Cruzeiro também saiu vencedor, dessa vez, da Superliga de vôlei. 3 a 0 contra o Renata, no ginásio do Ibirapuera. Uma pulverização do CAM (sim, essa é a sigla do time adversário), o que, talvez, tenha influenciado o trator celeste em quadra. Parabéns ao técnico Filipe e ao time! Foi o 10º título do time, o maior campeão da competição e um dos maiores times do mundo!
POR: JOÃO VITOR VIANA
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Conmebol imita a CBF e atrapalha a Libertadores! Arbitragem prejudicou partida do Cruzeiro, principalmente no segundo tempo
O ruim da resenha pós-jogo é ter que falar de arbitragem. Não deixarei passar, obvamente, a boa atuação do goleiro Otávio, seguro e decisivo. Melhor em campo. Contudo, muito disso aconteceu devido ao Cruzeiro jogar praticamente todo o segundo tempo com um a menos, tendo que abdicar do ataque e daquilo traçado no intervalo para tentar, quem sabe, uma bola e vencer o jogo. Não foi possível e o empate acabou sendo o placar alcançável.
Contando com a volta de Fagner, Artur Jorge colocou em campo o que tinha de melhor. O Cruzeiro teve bom volume de jogo, criou alternativas e soube se portar em campo. Chegou algumas vezes, mas parou ou no azar de um posicionamento, que desfavoreceu a finalização, ou no goleiro adversário. Isso, no primeiro tempo. Já na segunda etapa, perdeu Arroyo, de forma exagerada, logo no início, em lance que seria, no máximo, para amarelo. Gerson, no primeiro tempo, levou um pisão, digno de vermelho e nada aconteceu. O VAR se omitiu de todos os lances da partida, inclusive desses dois, cruciais.
Com um a menos, na casa do adversário, com campo pesado por causa da chuva e num frio e horário horrorosos, a exigência de uma vitória, que seria épico, passou a ser algo meio que inalcançável. Com Romero e Kaiki amarelados, o medo era perder mais um, como aconteceu no clássico diante do rival. A falta de critério da arbitragem, o excesso de paralizações e a diferença numérica acabaram com a partida, que teve um nível técnico baixo, muito parecido com algumas partidas do Brasileiro, que também vive uma crise na arbitragem medonha. Assim como a CBF, a Conmebol atrapalha as competições que realiza. Mais uma partida prejudicada por um soprador de apito de quinta categoria e uma equipe de arbitragem completamente incompetente.
Assim, coube à defesa ser destaque, principalmente no segundo tempo. Boas atuações de Kaiki, Otávio (melhor em campo), Fagner e Jonathan. Gerson também esteve bem. Fabrício Bruno foi envolvido em vários lances e parece ter esquecido aquele futebol de 2025 no ano passado. É preciso retomar a confiança. Do meio para frente, lapsos e foi isso.
O resultado permitou ao Cruzeiro entrar na zona de classificação, passando o Boca Juniors e em igualdade de pontos com a Universidade Católica. Contudo, no critério de desempate, ficamos atrás. Não sei se com 11 sairíamos vencedores. Contudo, com um a menos, ficou bem difícil e o empate foi o que tinha para a janta.
POR: JOÃO VITOR VIANA
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Que vitória! Que torcida! Que arbitragem ruim!
O Cruzeiro conseguiu, diante do Boca Juniors, uma vitória maiúscula. Não somente por derrotar um gigante da América do Sul, mas pela forma que conseguiu, com insistência, repertório e superando uma arbitragem horrorosa e um time catimbento. O Boca não quis, em momento algum, jogar futebol. Provocou, encenou, simulou, tudo corroborado com uma patética arbitragem, que sem critério algum parou o jogo de forma acintosa, permitindo o antijogo, principalmente no primeiro tempo.
Contudo, o Cruzeiro, empurrado por sua torcida, que marcou presença, com mais de 57 mil pessoas, abriu o placar já no final do segundo tempo, em ótima jogada de Matheus Pereira para Kaio Jorge, que serviu Neiser. Sem goleiro, foi mortal. 1 a 0 que, ao final, ainda gerou revolta do time adversário, que queria confusão já no início e, no fim, era questão de tempo. Esse tipo de situação é culpa 100% da dona Conmebol, que assim como a CBF, no Brasil, fecha os olhos para absurdos em campo, contribuindo para um futebol cada vez mais pobre, violento e nada atrativo ao torcedor.
Coube ao Cruzeiro, escalado com o melhor que tinha - inclusive com um goleiro de verdade, não de totó -, se impor. Em poucos momentos, durante o jogo, o Boca ousou atacar. Preferiu atacar mais os atletas do Cruzeiro, com entradas violentas. Acabou que até mesmo a arbitragem expulsou o atacante Bareiro, que fez o que fez e, depois, ainda demorou para sair de campo. O árbitro não teve a capacidade e moral de retrá-lo, após agressão. Para piorar, ainda deu dois de acréscimo em um primeiro tempo em que apenas 20 minutos a bola rolou.
Para a segunda etapa, Artur Jorge pôs o time mais para cima, fez alterações ofensivas e conseguiu mais uma vitória. Com variedade tática, fez o Cruzeiro ser mais agudo. Matheus Pereira desfilou em campo e jogou o fino da bola. Foi dele o passe para Kaio serviu Neiser e o gol sair. O Mineirão explodiu, assim como na casa e comércios pelo mundo afora. 1 a 0 com gosto de vitória maiúscula, até porque foi. Vencer o Boca, em qualquer lugar é algo grandioso, mesmo o adversário não querendo jogar. Vieram para empatar. Foram embora com uma derrota no lombo.
Agora é chegar lá no La Bombonera com 9 pontos. Porque se foram embora com raiva e prometendo troco, pode escrever: não teremos vida fácil lá, tendo que saber jogar e conter os ânimos dos "hermanitos".
POR: JOÃO VITOR VIANA
domingo, 26 de abril de 2026
Vitória maiúscula! Cruzeiro emenda a terceira vitória seguida, deixa uma galera para trás e respira no Brasileiro
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Faltou pouco para sair com a vitória: principalmente por escolhas erradas e postura do time no fim do segundo tempo
terça-feira, 21 de abril de 2026
Mirando no futuro, apostando no presente
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Rodada boa para o Cruzeiro. Vitória mostrou domínio, tática e estratégia
O Cruzeiro venceu e contou com uma combinação boa de resultados nessa rodada do final de semana. Além de vencer bem o Grêmio - o time poderia facilmente ter feito três ou quatro não fossem as defesas de Weverton -, o Cruzeiro contou com alguns tropeços de times que estão ali, na parte de baixo da tabela, embolando um grupo que, em novo caso de vitória, pode subir bem na tabela, tirando a corda do pescoço e respirando um pouco aliviado.
Corinthians, Santos, Inter, Atlético-MG e, obviamente, o Grêmio, não venceram na rodada. O Vitória, logo acima, empatou em casa. Dessa forma, entre o 11º e o 16º há uma diferença bem pequena. Dependendo dos resultados da próxima rodada, os times que hoje estão com 16 pontos podem embolar ainda mais esse meio-campo, casos de Vasco e Botafogo. Fora da zona de rebaixamento, ainda que ali, na porta, o Cruzeiro pode subir de elevador já na próxima rodada, deixando equipes para trás e até potencializando as projeções pós-Copa. Até a parada serão 12 jogos, entre Brasileiro, Copa do Brasil e Libertadores.
Diante do Grêmio, o Cruzeiro entrou com o melhor que tinha na linha. No gol, obviamente não irei defender o que lá está, pois, para mim, não convence e não dá segurança. Felizmente o Grêmio chegou apenas uma vez e chutou na trave. Numa outra tentativa, chutaram por cima e, 10 segundos depois, o Matheus Cunha pulou, virando até meme. Mas, enfim, vencemos. Teve tática, domínio e estratégia.
Com uma defesa sólida, muito pelo retorno de Fagner e Jonathan Jesus, o Cruzeiro não deu tantos espaços e não deixou o adversário finalizar, felizmente. Com o retorno de Romero e Kaio Jorge, o Cruzeiro ganhou força no meio e no ataque, deixando o time do Grêmio perdido na marcação. Com uma defesa que deu espaços, o Cruzeiro soube aproveitar. Matheus Pereira, Romero, Kaiki, Arroyo, Christian e Gerson jogaram muito. Artur Jorge também soube a hora de mexer e poupar atletas para o jogo de quarta, contra o Goiás.
Aliás, há a possibilidade de que alguns atletas não sejam relacionados para essa primeira partida. Talvez não mexendo quatro vezes, como foi feito - e de forma equivocada - contra o Universidad Católica, mas dois ou três. Vamos aguardar. O bom é que Artur, ao contrário de Tite, sabe que não pode forçar um ou outro atleta, com risco de estourá-lo. Assim foi feito com Kaio Jorge, que contra o Grêmio jogou apenas os primeiros 45 minutos, após ficar de fora de muitos jogos. Neiser foi acionado e não decepcionou. Aliás, mostra que tem força e velocidade.
O maior medo, no entanto, continua lá atrás. Contra o Goiás e testaria o Otávio. Acredito, na minha modesta opinião, que o nome da base para o gol é Vitor Lamounier. Vi vários jogos dele e consegui ver confiança, algo que o Otávio não me dá. Mas tendo que optar entre Otávio e Cunha, não há dúvidas. Vamos ver o que Artur Jorge pensa para esse jogo. Ele tem um plano.
Walace
O volante Walace não jogará mais pelo Cruzeiro. Desde o início de abril ele vem cumprindo um cronograma à parte e todo o cenário que permeou o atleta, do Brasil ou do exterior, não foram convidativos. No meio do ano, no entanto, sairá. O contrato dele é válido até 2028.
POR: JOÃO VITOR VIANA
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Derrota em meio à falta de elenco e falhas individuais
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Em busca de mais uma vitória, embalada pela renovação de Artur Jorge
O Cruzeiro entra em campo hoje, às 19h, expectativa de estádio cheio e com o desafio de vencer a terceira partida seguida. O clube, que tenta se reerguer do péssimo trabalho feito por Tite e sua turma, agora tem técnico. Inclusive foi anunciada a prorrogação do contrato de Artur Jorge até 2030, isso 23 dias depois de ser anunciado como treinador do clube. O carisma e o trabalho já levaram a direção a buscar um trabalho de qualidade a longo prazo. Ah se o Artur tivesse chegado no início do ano, participado do planejamento e feito suas avaliações... mas não dá para ficar chorando leite derramado e nem jogador moído pela comissão passada. É questão de analisar jogo a jogo e torcer para o trabalho ir cada vez mais evoluindo.
O Barcelona da Shopee foi atropelado pelo Boca Júniors, ontem, no La Bombonera (3-0). Isso quer dizer que o Cruzeiro tem que atropelar também? Óbvio que não. Mas seria bom que vencesse, mantendo a ascensão do time, a coesão do grupo e se isolasse na segunda posição, ao menos. Sem Kaio Jorge, Neiser deverá ser escolhido novamente como substituto, já que tem aproveitado as oportunidades. Parte da torcida tem cobrado uma melhor finalização do atacante, que é rápido, forte, sabe se posicionar e tem tido boas chances de marcar. Questão de tempo. Aliás, quem lembra do início do Kaio Jorge sabe que ele demorou bem mais para deslanchar que o Neiser. É apoiar porque o menino vai longe.
Quem tem chances de ser aproveitado também é Romero. O "Perro" se recuperou e está à disposição. Contudo, não acredito que inicie a partida.
Provável time: Matheus Cunha; Fagner, Fabricio Bruno, Jonathan e Kaiki; Lucas Silva, Gerson, Christian, Arroyo e Matheus Pereira; Neiser.
Meu palpite: 2-1.
POR: JOÃO VITOR VIANA
terça-feira, 7 de abril de 2026
Vitória com segurança de um time que é capaz
O Cruzeiro venceu na estreia na Copa Libertadores. Fora de casa, em Guayaquil, venceu o Barcelona por 1 a 0, gol de Matheus Pereira. O jogo marcou o retorno da Raposa à Libertadores após sete anos.
Com a defesa bem postada, o Cruzeiro foi bem, soube se postar em campo e, com mudanças na escalação, reestreou na competição e com vitória. O grupo é considerado um dos mais complicados e uma vitória fora conta muito.
Depois do jogo de resultado ruim contra o São Paulo, esperava-se que o time tivesse mudanças. Villalba, Matheusinho e William foram sacados por deficiência técnica. Fagner foi bem na direita, Lucas Silva jogou muito bem e Jonathan Jesus, enquanto esteve em campo, não comprometeu.
Com menos chances criadas, o Cruzeiro foi cirúrgico. Primeiro tempo ok, com domínio de bola, mas poucas finalizações, mais esperando o adversário vir que atacar e, no segundo, pelo menos três chances, uma delas, bem finalizada por Matheus Pereira e outra, pessimamente definida por Chico da Costa. Matheus Cunha não comprometeu dessa vez.
O Cruzeiro que o torcedor esperava entrou em campo e venceu. Pode não ter feito um jogo maravilhosamente bom, mas venceu. O resultado é importante para o grupo e para a sequência do time em todas as demais competições. O campeão mineiro iniciou com o pé direito, ainda que o gol tenha sido de cabeça.
O Cruzeiro terá dois jogos em casa pela competição na sequência e, agora, mira o Bragantino, no fim de semana. É mais um jogo para entrar, vencer e subir na tabela. Gostei do que vi. O Cruzeiro é capaz.












