sexta-feira, 10 de junho de 2016

O CRUZEIRO É GIGANTE!

POR: PROFESSOR CELESTINO

O Cruzeiro não é grande, é gigante! Essa frase, dita muitas vezes por nosso ex-diretor de futebol, Alexandre Mattos, é a mais pura verdade. Em décadas acompanhando o Cruzeiro, isso sempre foi uma regra seguida pela diretoria. Contudo, ao que parece, essa grandeza está diminuindo, com poucas atitudes e desculpas que a torcida não engole. O Cruzeiro não pode se apequenar e a torcida não pode deixar isso acontecer.

Não há que se falar em responsabilidade fiscal para não contratar um ou outro atleta. Irresponsabilidade é trazer 5 jogadores "meia-boca" ao invés de um craque. Eu não erraria dessa maneira. Preferir pagar R$ 100 mil para cinco a pagar R$ 500 mil para um que resolve e te dá título? Não mesmo. Prefiro ter dois ou três craques no time que 30 jogadores nota 6.

Precisamos de um grupo forte, mas com jogadores diferenciados. Quem já viu Palhinha, Dirceu Lopes, Piazza, Raul, e outros, no passado, e, recentemente, Alex, Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e demais, vê no atual grupo uma falta de liderança e de jogadores com histórico, com currículo.

Ganha título quem investe, quem acredita que investindo há retorno. Tanto em título quanto financeiramente. Quanto mais se ganha, a chance de uma marca te patrocinar, pagando mais, é maior. Se você ganha, a sua parcela do dinheiro da televisão tende a aumentar; tudo pode se barganhar tendo um bom produto. Não precisamos ficar contratando jovens talentos para depois revender. Podemos ter um time mesclado, usando tanto jovens quanto experientes, produzindo um futebol de qualidade e vitorioso.

O Cruzeiro é gigante e desde 2015 não conseguimos nos colocar nesse patamar. Chega de desculpas! Hora de atitudes!


quinta-feira, 9 de junho de 2016

A CEGUEIRA É GRANDE, REALMENTE

POR: RAPOSO SENSATO

Ontem postei que poderíamos ver um pouco se tivéssemos atitudes.

Disse que a diretoria estava mais perdida que cego em tiroteio.

Mas que dava para corrigir.

Bom, a ver que o Fred, cruzeirense declarado, acertou com nosso rival, começo a me perguntar:

Por que o Cruzeiro não o procurou?

Precisamos tanto de um camisa 9 e vamos tentar trazer atacante de Moreirense?

O Fred disse que jogaria aqui, bastava a diretoria acertar com o Flu.

Mas não.

Diretores vão ao Rio para passear.

Conversam com treinadores e tomam "não " atrás de "não".

Nem técnico do Botafogo conseguem trazer.

E, pensando nisso, realmente, como traria Fred?

Moreno, talvez. 

Mas o presidente e seus aliados devem estar esperando a oferta por e-mail, por telefone, por carta...

A cegueira da diretoria é grande.

E se hoje há uma culpada por nossa situação é a diretoria.

Não tem atitude, não se mobiliza, não contrata, se omite.

Comportamento nada correlacionado com o que a torcida quer.

A torcida é movida pela paixão e quer sempre ter um time brigando na parte de cima da tabela.

Será que a conta do bicampeonato ainda está sendo paga?

Planejamento furado.

Diretor mirim.

Presidente devia ir cuidar dos netos.

Hora do Cruzeiro pensar grande.

Quem, além de Fred, poderia vestir nossa 9?

Agora já era, Gilvan.

Vamos pensar nos 45 pontos e em montar algo melhor em 2017.

2016 não podemos almejar grandes coisas.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

MAIS PERDIDOS QUE CEGOS EM TIROTEIO?

POR: RAPOSO SENSATO

Imaginem um sujeito vendado.

Ou mesmo cego.

Isso, em meio a tiros, que vem de todos os lados.

Assim podem estar sentindo-se alguns diretores, presidentes e jogadores do Cruzeiro.

Momento turbulento.

Mas que dá para acertar.

O que não podemos é nos ver perdidos, sem um norte.

Podemos, hoje, estar mais perdidos que cegos em tiroteio.

Mas podemos voltar a enxergar.

Quem sabe com alguns atletas a gente consiga, aos poucos, ver algo.

E ter atitude.

Talvez isso esteja faltando.

Qualidade e atitude.

Acredito no Cruzeiro.

Acredito na nossa tradição.

Mas precisamos de atitudes.

Dos jogadores, da torcida, da diretoria, de todos juntos.

terça-feira, 7 de junho de 2016

QUEM DIRIA? MANO NO MERCADO

POR: JOÃO VITOR VIANA

A passagem dos treinadores brasileiros pela China não tem sido das melhores. Se por um lado alguns atletas, como Ricardo Goulart, se destacam, por outro, os treinadores parecem ter se perdido em meio a tantos milhões de dólares. Depois de Luxemburgo, Mano Menezes, que fez um trabalho sensacional no Cruzeiro no ano passado, está, novamente, no mercado. Foi demitido.

Pelo alto investimento no técnico, os chineses talvez quisessem que o técnico fizesse mágica. Apesar de ter feito ótimo trabalho no Cruzeiro, para um técnico impor sua filosofia às vezes requer tempo. E esse tempo não foi dado a Mano. Depois de seis meses, Mano divulgou a seguinte nota: 

“Após reunião nesta terça-feira com a presidência do clube, decidimos em consenso, interromper as nossas atividades no Shandong Luneng. Depois de seis meses de trabalho, o que marca é a inédita classificação do clube entre os 8 melhores da Liga dos Campeões Asiática de 2016, que terá suas quartas de finais disputadas no segundo semestre. Agradecemos aos jogadores, ao clube pela oportunidade, à torcida pelo apoio e à imprensa pela cobertura correta e equilibrada da nossa passagem pelo futebol chinês. Sobretudo, desejamos sucesso ao Shandong Luneng na sequência do trabalho!”  

Quem diria? Depois de receber R$ 2 milhões por mês, valor que o tirou do Cruzeiro, Mano está de volta ao mercado. Passa a ser o técnico a ser contratado.

Quem sabe esse ano ainda o veremos de volta? Não que duvide de Paulo Bento, mas como o que manda, no Brasil, são os resultados, Mano passa a ser uma realidade, até porque não deu sequência ao projeto que com certeza daria certo esse ano. Com técnico competente e uma diretoria que trabalhe, não há como algo dar errado. Se não tem dado certo o planejamento feito ano passado, é porque algo aí não foi cumprido. 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

INFELIZMENTE... TUDO COMO DANTES

POR: JOÃO VITOR VIANA

O que dizer depois de mais uma derrota para o São Paulo? Que a freguesia existe. Impressionante como diante deste time, mesmo que quase todo reserva, o Cruzeiro sucumbe. Não cria, não chuta, aceita a pressão adversária e não tem poder de reação. Final das contas: derrota por 1 a 0 para os paulistas e a permanência na zona de rebaixamento.

Paulo Bento mudou o time que havia jogado bem diante do Botafogo. A desculpa foi por um jogador com mais mobilidade no ataque (trocou Riascos por Willian). Resultado disso: um time perdido, um ataque fraco e um amontoado de jogador perdido em um esquema tático indecifrável.

Muito diferente do time que enfrentou o Botafogo, o Cruzeiro entrou em campo parecendo estar entre os primeiros. Toque de bola para cá, para lá, sem a menor objetividade. Em um determinado momento achei que o time entrou para empatar tamanha a lentidão e falta de objetividade do time. Não cria, não chuta, não marca. Assim, realmente, é difícil de ganhar.

Agora temos nosso rival pela frente que, com Marcelo Oliveira, ainda não venceu no Campeonato. Será que dessa vez veremos um time bem postado, obediente taticamente e com melhor finalização? Espero que sim. Os primeiros colocados já estão disparando e os nossos atuais concorrentes também passam a distanciar. Quanto menos ganharmos, mais ficaremos abaixo na tabela. E começo a ficar preocupado com esse time, que se antes mostrava alguma evolução, diante do São Paulo volto à estaca zero. Tudo como Dantes!

sexta-feira, 3 de junho de 2016

E É BEM ISSO!


HORA DE NÃO MEXER TANTO

POR: MARCÃO ANTI-FRANGA

Não é hora do Paulo Bento mexer tanto no time. Quiçá, não mexer nada. Afinal, em time que está ganhando não se mexe. Principalmente pela primeira etapa diante do Botafogo. Time entrou bem, entrou focado e sabendo o que fazer. Se perdeu no decorrer do jogo? Sim. Paulo Bento se equivocou nas alterações? Sim. Isso que deve mudar. Mas no time inicial eu não mudaria nada.

Falo em termo de peças. Apesar do Bruno Rodrigo mostrar a cada jogo que num chute a paçoca é do adversário, Leo também não mostrou algo diferente. Além disso, Leo é lento e ruim pelo alto. Em época de vacas magras e de zagueiros no DM, vamos com os Brunos.

No meio, Romero, Henrique, Arrascaeta e Robinho devem ser mantidos. Arrascaeta, no entanto, tem que parar de firular. Não é necessário, muito menos no momento que estamos. Drible bonito vem depois. Primeiro, os resultados. Henrique e Romero foram bem diante dos cariocas, principalmente com a chegada do mais experiente ao ataque. Quero vê-lo batendo de fora e começando a bater falta. É inacreditável como passa técnico e ninguém aproveita Henrique para cobranças de faltas de longa distância.

No ataque, Elber dita o ritmo e que Riascos o acompanhe. Tive a impressão do centroavante estar acima do peso, mas marcando gol, pode estar igual o Walter, igual Ronaldo Fenômeno em fim de carreira, que a gente nem liga. Aliás, se o jogador for a campo e fizer o que deve fazer, dane-se o extracampo.

Que Paulo Bento melhore o posicionamento da defesa, mantenha o esquema, mantenha o time que iniciou o jogo e pense mais nas alterações no decorrer do jogo. Atleta em má fase nem precisa ser convocado, Paulo! Chame quem está melhor e escale quem realmente pode nos dar mais três pontos. Na rodada 5, fizemos três e chegamos a cinco. Agora é hora de buscar o oito. Vamos, Cruzeiro!


quinta-feira, 2 de junho de 2016

DOIS TEMPOS DISTINTOS E PRIMEIRA VITÓRIA MUDA DE PATAMAR CONFORTÁVEL PARA O SUFOCO

Cruzeiro domina o primeiro tempo e recua no segundo, levando pressão do combalido Botafogo. Vence na bacia das almas, sobe na tabela, mas precisa melhorar

POR: JOÃO VITOR VIANA

Time bem modificado e que tomou a iniciativa do jogo. Não fosse o Botafogo o adversário, seria ainda melhor falar isso. Mas sendo ou não esse time carioca - que mostrou ser ruim e que vai brigar ali próximo ao Z-4 - o Cruzeiro mostrou iniciativa e volume de jogo. No primeiro tempo poderia ter feito dois ou mais gols, não fosse a falta de pontaria, sorte e a trave.

No entanto, no segundo tempo, vimos um time confuso, sem poder de reação, que abusou dos erros. O que teria acontecido no intervalo? Tomaram alguma água batizada? O time foi do céu ao inferno e fez o torcedor passar por maus bocados nos 49 minutos que durou o segundo tempo. E nesse cenário, o time ainda criou duas chances de gol, com Arrascaeta e Riascos, que pecaram no momento final.

Paulo Bento, de fora, por suspensão, iniciou a segunda etapa tranquilo e terminou quase arrancando os cabelos. Ele e seus auxiliares viram que foi nítida a queda celeste e que as alterações efetuadas surtiram efeito contrário. O time foi bem escalado e mal modificado. Por um instante não tivemos um jogador na área adversária e tumultuamos o meio-campo, o que impediu que efetivarmos contra-ataques para matar o jogo. E Willian, ao final, mostrou que deve tirar férias das partidas até recuperar o seu futebol, que foi capaz de fazer a diretoria investir 4 milhões de euros em seu futebol dois anos atrás.

Um jogo de dois tempos distintos, que caso o adversário fosse, por exemplo, o São Paulo, que enfrentaremos na próxima rodada, a gente sucumbiria. Vencemos na bacia das almas mas, ao menos, aliviamos um pouco a pressão da primeira vitória. Que outros triunfos aconteçam, seja como for, mas que o torcedor sempre tenha a certeza que esse time pode melhorar, que há jogadores capazes de definir uma partida e que a gente pode, sim, lutar por coisa maior nesse Brasileiro que não só não cair. Na minha opinião, Z-4 é algo longe de acontecer e, hoje, aposto que ficaremos entre o 7° e o 10° lugar. Mas em se tratando de um Brasileiro nivelado por baixo, tudo pode acontecer. E que aconteça para melhor. 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

HORA DE SAIR DO DESCONFORTO

POR: PROFESSOR CELESTINO

Chegou a quinta rodada! Cinco, que lembram as estrelas no peito azul, Cinco que lembram que queremos ser pentacampeões da Copa do Brasil e do Brasileiro. Mas, acima de tudo, cinco que é o número de pontos que pretendemos nessa rodada. Com apenas dois em 12, amargamos a 19ª posição, desconfortável para um time de tanta tradição e glórias.

E para chegar aos cinco pontos, Paulo Bento, que não estará no banco, terá que modificar essa equipe. Romero, à disposição, deve voltar ao time e ser o guardião da zaga celeste, tão vulnerável nas primeiras rodadas. A zaga deverá ser mantida com Leo e Bruno Viana. Os desastres de Bruno Rodrigo o levaram a ser a quinta opção da zaga celeste e, caso isso não melhore, não fica para o próximo ano. O contrato do jogador se encerra no final de 2016.

Nas laterais, Bento deverá optar pela escalação de dois especialistas: Lucas e Bryan, que deverá estrear. Sanchez Miño mostrou pouco diante de Santa Cruz e América e deverá voltar ao banco, dando oportunidade ao ex-americano. Já na direita, a volta de Lucas se deve à pífia atuação do brasileiro naturalizado uruguaio. É consenso que Gino brigará no meio, já que como lateral é uma lástima.

Uma dúvida que será resolvida somente poucos momentos antes é o aproveitamento de Alisson, relacionado depois de bom tempo tratando lesão. Quem sai? Arrascaeta? Elber? Cabral? E no ataque? Vamos de Riascos? Coutinho? Internamente, Paulo Bento é cauteloso. Contudo, se escalar Willian novamente deverá cair em descrédito com a torcida. Chances boas de efetuar aí mais uma mudança.

Assim, o time que deverá ir a campo é: Fábio, Lucas, Bruno Viana, Leo e Bryan; Romero, Henrique, Cabral; Arrascaeta (Alisson), Elber; Willian (Coutinho ou Riascos).

Cruzeiro, volte a vencer! Precisamos de você lá na parte de cima, para que Bento tenha chance de organizar cada vez mais esse time. O elenco não é ruim, não é fraco como muitos dizem. Mas até elencos muito qualificados, às vezes, não dá liga. E é disso que precisamos: liga, conjunto. Para a pressão diminuir, a vitória tem que vir. Que venha o cinco! 

terça-feira, 31 de maio de 2016

MESMO CENÁRIO DE 2012

POR: RAPOSO SENSATO

O Cruzeiro de 2016 está no mesmo cenário de 2012.

Logicamente que o time de 2011 era mil vezes pior, com jogadores que chutavam com a canela.

Um ou outro a gente salva daquele time, como Roger e o próprio Fábio.

No mais, pouco se aproveitava.

Ortigoza, Anselmo Ramon, Wellington Paulista e cia.

O que fez o Cruzeiro em 2012?

Trouxe uma pancada de jogador experiente e um técnico que não deixaria o time cair.

Participamos do Brasileiro.

Chegaram Tinga, Ceará e mais alguns... 

Tudo para fazer uma campanha intermediária.

Líderes, não deixariam o time sucumbir.

A mesma tática é tratada, hoje, internamente.

Deverão chegar de três a quatro jogadores experientes justamente para fazer o time se acertar e subir na tabela.

É consenso que brigar por título é quase impossível e G-4 um sonho distante.

Mas ainda assim será tentado.

Justamente porque a qualidade técnica desse elenco é melhor que do grupo de 2012.

Naquele ano ficamos entre os 10.

Esse ano, chegando os reforços, podemos e vamos ficar em melhor posição.


segunda-feira, 30 de maio de 2016

FIM DA RODADA E CRUZEIRO MANTÉM POSIÇÃO ABAIXO DA CRÍTICA

Empate com o América deixou o Cruzeiro em 19º, com aproveitamento muito ruim

POR: JOÃO VITOR VIANA

Quem foi ao estádio, sábado, esperava por um jogo que não aconteceu. Diante de um time que lutou e empatou com o Figueirense e um que se mostrou bem no início, mas sucumbiu diante do Santa Cruz, o torcedor, logicamente em pequeno número, esperava ver uma evolução do time. Não viu. Time que não chuta, não ganha. E em mais de 90 minutos, apenas três chutes a gol. Aí fica difícil.

Não vou falar do trabalho de Paulo Bento até o momento, até porque é cedo para avaliar. Mas com três jogos, já é possível o treinador ver que alguns atletas não estão em boa fase e, por melhores que sejam e por mais qualidades que tenham demonstrado em outros tempos, a atualidade mostra que devem sair do time, dando oportunidade àqueles que pedirem passagem.

Um desses atletas que estavam de fora e entrou para não sair mais foi Elber, que continua sendo o destaque do time, mas tem prendido muito a bola. Se jogar de forma coletiva, pode render mais. Na ponta oposta estão Willian, Bruno Rodrigo (já sacado), Gino e Sanchez Miño. Enquanto o brasileiro naturalizado uruguaio mostra que não tem a menor condição de ser lateral, o argentino mostra-se displicente, perdido, mesmo que tecnicamente tenha bom passe e bom aproveitamento em bolas paradas. Mas, ultimamente, tem quase entregado gol ao adversário, além de estar deficiente na marcação e no ataque. Ou briga por uma vaga no meio com Cabral e Arrascaeta, ou fica do banco para fora.

Outro que está completamente instável é Arrascaeta, um dos piores em campo diante do América, no empate por 1 a 1. Se não fosse o gol marcado, teria saído de campo vaiado, como foi, por exemplo, Willian, que ineficaz, em nada ajudou ou participou da partida. E quando tem a chance de marcar, desperdiça. Hora de mandar Coutinho para o ataque, Bryan na esquerda, Lucas na direita e voltar com Romero para o meio-campo. Robinho, obviamente, não pode ser reserva. Mostrou futebol no pouco tempo que atuou.

Li que Paulo Bento deve mudar a equipe diante do Botafogo, sinal que ficou desgostoso com o que viu. Um alívio, pois seu antecessor, Deivid, assistia uma partida que ninguém via. Caso Bento altere o time como citei acima e o Cruzeiro mostre um padrão tático e chute mais a gol, não tenho dúvidas que poderá vencer o Botafogo, time combalido, limitado, fraco e que vai brigar na parte de baixo da tabela. O problema é que jogando contra equipes ruins, como é o América, Coxa, Figueira, a gente não tem se saído bem. Hora disso mudar. Até porque, se a gente não vence time que vai brigar para não cair (ou para cair), como serão os encontros com as equipes que vão brigar pelo G-4?

No empate por 1 a 1 contra o América, atuação pífia, abaixo da crítica. Paulo Bento, mude esse time, jogue o feijão com arroz (ou seria migas de feijão?) e ganhe os próximos desafios. O campeonato é longo, mas temos que pontuar e chegar o quanto antes aos 45 pontos. Do jeito que a coisa está indo, é melhor nos garantirmos na Série A para, em 2017, sonhar com algo maior.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

ROBINHO, A SALVAÇÃO?

POR: JOÃO VITOR VIANA

Pelo que tenho lido nos principais sites esportivos, Robinho parece ser um gênio da bola que foi esquecido no Palmeiras. Não que eu duvide que trata-se de um bom jogador, que vai agregar muito ao time do Cruzeiro, carente de qualidade. Mas as manchetes me assustam e levam a crer naquela premissa de que "em terra de cego, quem tem um olho é rei".

Estamos com um déficit de qualidade imenso. Além de uma zaga bisonha, que a cada dia entrega mais a paçoca, principalmente o senhor Bruno Rodrigo, o time perdeu o espírito de reação, aquele demonstrado diante do Figueirense e por um pequeno momento diante do Santa Cruz. Talvez pela falta de líderes em campo, de jogadores que entrem e resolvam o jogo, atletas de currículo e história. 

Temos um elenco nota 6, nada muito diferente dos demais times do Campeonato Brasileiro. E precisamos de reforços com urgência, além de afastar do time titular - e se bobear, até do banco - , aqueles que estão com desempenho detestável, como Bruno Rodrigo, Willian e Pisano. O argentino nunca fez uma partida primorosa e leva a crer que tem entrado pelo alto investimento nele feito. Enquanto isso, atletas de aparente melhor qualidade, como Bruno Nazário e Alex vem sendo pouco aproveitados. Mas não têm grife e isso acaba sendo o divisor de águas.

Na lateral-esquerda, muitos questionamentos. Embora não ache que Sanchez Miño seja o maior culpado, acredito que Bryan tem que assumir a posição e o argentino brigar por uma posição no meio, o que não é difícil, haja vista a baixa produção dos atletas. 

Aí vocês perguntariam: qual o time que escalaria diante do América? Pois bem. Escalaria: Fábio, Lucas, Bruno Viana, Leo e Bryan; Romero, Henrique, Bruno Nazário (Sanchez Miño) e Robinho; Coutinho e Elber.

É o que temos. Jogadores com baixa produtividade não podem ficar sendo postos a todo instante nem entrando nas partidas. Culpo Arrascaeta? Não. Mas falta muita coisa para ele provar ser aquele atleta que a gente queria que fosse. Só joga com Gedoz ao lado? Que traga esse cara então! Quanto aos demais, banco! 

quinta-feira, 26 de maio de 2016

OS PONTOS QUE VIERAM FORAM SÓ NA TESTA

POR: JOÃO VITOR VIANA


Até que o time se portou bem no primeiro tempo e boa parte do segundo. Contudo, afundou-se em erros individuais e o time, gol após gol, sucumbiu.

O poder de ataque de Willian é inexistente, assim como os chutes a gol. Ganha quem chuta e o Cruzeiro não tem exercido bem essa função. Ontem marcou bem no primeiro tempo, conseguiu bons contra-ataques, teve domínio de jogo. Mas isso não ganha partida, nunca ganhou. E a ofensividade que esperávamos acabou dando lugar a mais um vexame.

Erros catastróficos de Bruno Rodrigo marcaram a partida. Depois de ser decisivo negativamente diante do Figueirense, voltou a "entregar a paçoca". É inadmissível continuar como titular após mais uma partida abaixo da crítica. Ele e o senhor Willian do Bigode, que apenas figura em campo. Jogar com dois a menos complica muito e sobrecarrega quem quer ajudar.

Arrascaeta apareceu somente na cobrança de falta. Antes, porém, perdeu um gol feito na cara do goleiro do Santa Cruz. 

Acredito que chegamos ao ponto que o Cruzeiro tem que jogar pelo 1 a 0. Ajustar primeiro a defesa para depois atacar. Do jeito que a zaga andou ontem e do jeito que o ataque foi horrível, a gente não vai sair ali de baixo tão cedo.

As contratações? Bom, acho que o nosso presidente deve estar na fazenda dele, os diretores viajando às custas do clube pela Europa e a gente fica aqui, esperando coisa boa. E aí me anunciam Raniel.

Esta é a realidade do Cruzeiro.

Hora de juntar os cacos e tentar refazer-se de mais um desastre. Os pontos que queríamos trouxemos na testa. 4 a 1 no lombo e muito trabalho para ser feito.