POR: PROFESSOR CELESTINO
O Cruzeiro não é grande, é gigante! Essa frase, dita muitas vezes por nosso ex-diretor de futebol, Alexandre Mattos, é a mais pura verdade. Em décadas acompanhando o Cruzeiro, isso sempre foi uma regra seguida pela diretoria. Contudo, ao que parece, essa grandeza está diminuindo, com poucas atitudes e desculpas que a torcida não engole. O Cruzeiro não pode se apequenar e a torcida não pode deixar isso acontecer.
Não há que se falar em responsabilidade fiscal para não contratar um ou outro atleta. Irresponsabilidade é trazer 5 jogadores "meia-boca" ao invés de um craque. Eu não erraria dessa maneira. Preferir pagar R$ 100 mil para cinco a pagar R$ 500 mil para um que resolve e te dá título? Não mesmo. Prefiro ter dois ou três craques no time que 30 jogadores nota 6.
Precisamos de um grupo forte, mas com jogadores diferenciados. Quem já viu Palhinha, Dirceu Lopes, Piazza, Raul, e outros, no passado, e, recentemente, Alex, Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e demais, vê no atual grupo uma falta de liderança e de jogadores com histórico, com currículo.
Ganha título quem investe, quem acredita que investindo há retorno. Tanto em título quanto financeiramente. Quanto mais se ganha, a chance de uma marca te patrocinar, pagando mais, é maior. Se você ganha, a sua parcela do dinheiro da televisão tende a aumentar; tudo pode se barganhar tendo um bom produto. Não precisamos ficar contratando jovens talentos para depois revender. Podemos ter um time mesclado, usando tanto jovens quanto experientes, produzindo um futebol de qualidade e vitorioso.
O Cruzeiro é gigante e desde 2015 não conseguimos nos colocar nesse patamar. Chega de desculpas! Hora de atitudes!




