domingo, 7 de maio de 2017
sábado, 6 de maio de 2017
sexta-feira, 5 de maio de 2017
ENTREVISTA COLETIVA: DEDÉ
Zagueiro celeste fala de sua atuação diante da Chape e do jogo que o Cruzeiro tem pela frente, domingo, no Independência. Vale o título mineiro!
HORA DO TUDO OU NADA
POR: JOÃO VITOR VIANA
Domingo é tudo ou nada. Dia de decisão, sem prorrogação. Última chance para levantar o torneio estadual deste ano. Há dois anos sem chegar à final, agora caberá ao Cruzeiro voltar a levantar a taça e ao capitão Henrique de ser o homem a fazer o gesto. Mas, para isso, muita coisa tem que acontecer.
Não temos o empate ao nosso favor. Não teremos, de início, o tempo também. Caberá à equipe de Mano Menezes jogar por uma bola e saber como aproveitar. E por que digo jogar por uma bola? O Cruzeiro não precisa sair feito louco para buscar a vantagem. Tem que jogar com inteligência, sendo eficiente como foi diante do São Paulo naquela que foi a melhor partida do time no ano. Ou seja, tem que jogar com esperteza, com inteligência, feito uma raposa, de fato. É o típico jogo para mostrar uma solidez defensiva e uma competência ofensiva. Um jogo para o Cruzeiro ser Cruzeiro.
O estádio terá 92% de torcedores adversários e 8% apenas de cruzeirenses, uma vez que o local da torcida visitante não comporta 10% da capacidade do local. Então, haverá pressão das cadeiras, haverá a pressão por ser o jogo da finalíssima e uma pressão que pode aumentar a medida que a vantagem ao adversário for aumentando. Assim, caberá ao Cruzeiro controlar tudo isso, suportar o que vem de fora e mesmo dentro do campo, e mostrar-se eficiente a partir de suas próprias criações ofensivas, colocando a bola para dentro e fazendo vibrar os pouco mais de 1800 torcedores presentes. É um jogo para "tudo ou nada". Contudo, é um jogo para saber controlar os nervos e mostrar que, dentro ou fora, com apoio da torcida em massa ou não, o Cruzeiro é e sempre será o Maior de Minas.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
REDUTO AZUL
O Cruzeiro anunciou, na manhã desta quinta-feira, que irá instalar telões na Esplanada do Mineirão para a transmissão da final do Campeonato Mineiro contra o Atlético, no domingo, às 16h. O evento no Gigante da Pampulha irá começar quatro horas antes do início da partida e contará com apresentações musicais.
Os ingressos já estão sendo comercializados pela internet, por meio do site www.blueticket.com.br, além dos pontos físicos de venda. As entradas de pista e área vip custam R$ 20 e R$ 30, respectivamente. Já o camarote, que conta com serviço open bar, tem preços de R$ 50 para mulheres e de R$ 80 para homens. Há taxa de conveniência de 10% para as vendas online.
Informações: SITE OFICIAL
QUANDO VAI ENGRENAR?
POR: JOÃO VITOR VIANA
O Cruzeiro precisa convencer. Muito pelo elenco que possui no papel. Mas, dentro de campo, deve. Deve em comportamento tático, em erros de fundamentos básicos e em atitude. O Cruzeiro raramente propõe o jogo, preferindo jogar no erro do adversário. Quando propõe, tropeça no último passe e acaba não definindo o jogo, caso, por exemplo, do primeiro jogo da final do Mineiro, quando dominou amplamente, mas foi incompetente ao não sair de campo com a vitória.
Diante da Chapecoense, não houve nem um, nem outro. Em apenas um lapso de bom futebol, Raniel abriu o marcador. E o futebol parou por ali. Vimos 90min de futebol ruim, de um time querendo que a partida terminasse logo. Cabeça no jogo de domingo? Bom, acredito que a partida de ontem, pelo valor que tem a competição, merecia uma atenção maior.
Aí, talvez, chegue um torcedor mais exaltado e diga que o rival, mais cedo, poupou quatro atletas e mesmo assim ainda venceu por goleada o seu adversário, fora de casa. E que o Cruzeiro é inferior. Calma, torcedor! Cada jogo é um jogo. Espero, sinceramente, que todos os gols que o nosso rival podia fazer tenham sido feitos ontem. Que eles tenham gasto tudo diante daquele time de pelada, chamado Sport Boys, que no Campeonato Mineiro, fatalmente seria rebaixado. Não vou desmerecer o adversário do rival, que levou de 5 a 1, em casa, na Bolívia. Sem supervalorizarei o nosso, que sequer veio com um atleta titular, a exemplo do que fez pelo jogo da Primeira Liga, no início do ano. Foram dois jogos, um com mais emoção que o outro. Mas cada jogo é um jogo e que domingo, no Independência, possamos rir por último.
Outro Cruzeiro
O técnico Mano Menezes não gostou do que viu, prometeu um "outro Cruzeiro" no domingo e avaliou algumas atuações. Para ele, o time não foi bem, justificou o desinteresse na partida por causa do foco na finalíssima. "Disse a eles que a vitória de hoje (ontem) foi goleada por aquilo que produzimos. Entendo que no domingo teremos um time bem diferente do que a torcida viu diante da Chapecoense". Mano ainda puxou a orelha de Lennon: Ele errou onde não podia e quase cedeu o empate. Tem que tomar cuidado".
Mais chances
Para uma coisa o jogo diante da Chape serviu: alguns reservas devem ter mais chances no time principal. Principalmente Dedé, que voltou a mostrar vontade e foi o melhor jogador do Cruzeiro. Não pensaria duas vezes em colocá-lo domingo. Líder, técnico, rápido e voluntarioso. Jogador de decisão.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
JOGO FRACO EM VITÓRIA CELESTE
POR: JOÃO VITOR VIANA
Nossa senhora! Quem foi ao estádio foi herói. Pagou para ver uma partida de oitavas de final e viu um futebol digno de pelada de pinguço. E depois de beber. Jogo tecnicamente fraco, de poucas oportunidades e que claramente mostrou que a cabeça dos jogadores não estava na partida. Iniciou bem, com um gol relâmpago, de Raniel. E só. Depois disso, uma pelada horrorosa, de erros bisonhos, passes ruins e ataques preguiçosos. Torcedores, vocês que foram ao estádio, meus parabéns.
Vi pela televisão dessa vez. Frio, jogo transmitido diretamente para a cidade, horário ruim. Aliado a isso, Mano Menezes ainda resolveu poupar alguns atletas e mexeu em cinco posições. A Chape não ficou atrás e pôs um time alternativo em campo. Quem viu o jogo entre as equipes pela Primeira Liga, quando quase o mesmo cenário se desenhou, ficou com saudades daquela partida, que já havia sido ruim. Mas a da noite desta quarta... ficou a anos-luz no critério de ruindade.
Chances para alguns atletas mostrarem futebol. E ninguém aproveitou. Ninguém mesmo. Nem Raniel, que fez um golaço. Além do gol, não fez nada, a não ser correr para um lado e para o outro, feito barata tonta. Alisson abusou dos erros; Henrique errou inúmeros passes; Lennon achou que era a última bolacha do pacote e, num lance, quase entregou um gol ao adversário. Talvez, nesse cenário caótico, salve apenas Dedé, que mostrou vitalidade, jogou com vontade, ainda que sem ritmo. Talvez também fale de Diogo, mas que não foi aquele que chegou a dominou a lateral. Hoje foi razoável.
Que esse time se anime para domingo. Com o futebol de hoje fica complicado prever o que pode acontecer. Cada jogo é um jogo. Mas o Cruzeiro precisa melhorar muito, se "pilhar" muito para levantar taça. O jogo da noite desta quarta foi muito ruim. Mas ruim de doer os olhos. E, mais uma vez, para aqueles que foram ao jogo, a diretoria deveria devolver o dinheiro. Por vergonha daquilo que o time mostrou.
terça-feira, 2 de maio de 2017
CONFIRMADO: DUAS TORCIDAS EM PALCO QUESTIONÁVEL
POR: RAPOSO SENSATO
Duas torcidas.
Nada mais justo.
Umas delas vai comemorar o título no domingo.
Ter torcida única, além de infringir o regulamento, fugia, por completo, da sanidade.
Mas falar em sanidade vindo do nosso rival?
Falar de sanidade vindo da FMF?
Nem se viesse da Prefeitura.
Aliás, a instituição máxima municipal nada faz sobre a concessão do Independência.
O alvará do estádio já venceu e nada será feito tão cedo.
Ou seja, o palco da decisão do Mineiro será um estádio sem condições.
Há condições jurídicas apenas porque prorrogaram o alvará, até conclusão de estudos.
Aliás, os estudos começaram em outubro.
Até agora, nada de conclusão.
Pelo visto, se estas pessoas fizessem o Enem, já teriam "tomado pau".
Eita redação demorada!
segunda-feira, 1 de maio de 2017
A HORA DO CURRÍCULO ENTRAR EM CAMPO
POR: JOÃO VITOR VIANA
Currículo: algo que sempre foi cobrado no Cruzeiro. Ao menos, algo que foi pedido, martelado à exaustão depois de dois anos sem, sequer, ir a uma final de Campeonato Mineiro. A torcida pediu jogador "cascudo", acostumados com decisão. E, para 2017, vários desses jogadores fazem parte do elenco celeste. E, agora, é hora de isso fazer a diferença: hora do currículo entrar em campo! Thiago Neves, após o jogo, chamou a atenção para isso: "Temos jogadores acostumados a decisões. Temos qualidade e capacidade de ser campeão lá dentro".
Além de contar com esses jogadores "cascudos", o Cruzeiro terá um desgaste, agora, a mais: na quarta-feira, às 21h45, pega a Chapecoense, no Mineirão, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Mais um jogo decisivo pela frente, em uma competição que o clube está acostumado. Campeão em 93, 96, 2000 e 2003, o Cruzeiro persegue o quinto título, buscando igualar com o Grêmio o número de conquistas. Terá que jogar, se precavendo de lesões, sem arriscar um jogador que possa vir a ficar mais tempo longe do gramado, Ou seja: possível que Robinho e Ezequiel não atuem para estarem aptos no domingo, na última partida do Campeonato Mineiro, diante do rival. Aliás, o adversário de domingo também joga no meio de semana. Aquele que chegar mais inteiro e souber jogar a partida, leva a teça. Que seja o Cruzeiro!
Críticas
O técnico Mano Menezes afirmou que a arbitragem de Dewson Freitas foi dolorosa. "A gente viu o tipo de arbitragem que tivemos. Foi dolorosa. Lances claros que os cartões não foram dados. O árbitro contemporizou para não tirar ninguém do segundo jogo. Foi assim como o Marcos Rocha e com o Gabriel. Tivemos ainda um lance de possível penalidade máxima, mas não foi marcado. Mas ainda assim podemos chegar lá no domingo e ser campeões", destacou.
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