domingo, 8 de abril de 2018

EU QUERO É RAÇA.... DO TIME TODO!



Eu quero é raça!

Do time todo!

Do Maior de Minas!

Do melhor elenco.

Dos melhores atletas individualmente e coletivamente falando.

Eu quero suor.

De todos, inclusive do treinador.

Não, não é por pressão.

É exigir que aquilo que sabem fazer entre em campo.

Saia do mundo da teoria e entre na prática.

Futebol é um esporte especial.

Nem sempre o melhor vence.

Mas hoje queremos contrariar a "lógica ilógica" desse esporte.

Queremos a taça!

E, para isso, não adianta achar que vai fazer gol quando quiser.

Que apenas levantando bola na área vai conseguir vantagem.

Que sem fazer tabela ou bola enfiada nas costas do lateral ou do zagueiro se ganha o jogo.

Futebol é coletivo e não pode ser pragmático.

Tem que ser jogado com o coração na ponta da chuteira.

Com inteligência e raça.

Ainda mais numa final.

Mais de 50 mil pessoas estarão no estádio para empurrar esse time.

A torcida, durante todo o ano, vem dando show.

E o mínimo que ela espera é que o time retribua toda a confiança que ela tem.

Por isso, jogadores, entrem em campo e mostrem seu valor.

A torcida estará ao lado durante os 90 minutos.

E, no final, juntos, queremos levantar mais um troféu.

Vamos juntos!

Por: Raposo Sensato

FALA AÍ, DAVID!


FALA AÍ, LEO!


sábado, 7 de abril de 2018

FALA AÍ, MANO!


DUAS APOSTAS: ATÉ ONDE BREY E KAYSER PODEM AJUDAR?

Dois jogadores do Tupi vão acertar com o Cruzeiro. Patrick Brey, jovem de 20 anos e Renato Kayser, atacante, já fazem testes na Toca da Raposa e serão anunciados em breve. E detalhe: assinam por cinco anos com o Maior de Minas.

Brey chega para disputar posição com Egídio e Marcelo Hermes. Enquanto o primeiro veio recomendado por dois ótimos anos (2013 e 2014), o segundo veio indicado pelas boas passagens por Grêmio e Benfica. Brey, no entanto, tentará superá-los, a fim de deixar de ser uma aposta e dar um passo grande na carreira.

Tarefa difícil também terá Renato Kayser. A concorrência no ataque é feroz. Apesar de Fred ter se machucado gravemente e Raniel enfrentar incômodos de forma rotineira, o atacante terá como concorrentes Rafael Sóbis e Sassá, este, voltando de uma parada de seis meses e ainda sem ritmo. Kayser pertence ao Vasco. Acertando com o Cruzeiro, o Vasco terá ainda uma participação nos direitos do atleta em futura venda. Já Brey chega livre.

Opções
Os jogadores poderão ser emprestado a fim de chamarem a atenção de outros clubes ainda esse ano. Seria uma alternativa de caixa. No entanto, o técnico Mano Menezes vai avaliar o aproveitamento dos dois. Uma boa primeira empatia pode mudar os planos. De duas uma: ou ajudam financeiramente ou ajudam tecnicamente e, posteriormente, uma venda ainda melhor.

Por: João Vitor Viana






FALA AÍ, EZEQUIEL!


sexta-feira, 6 de abril de 2018

quinta-feira, 5 de abril de 2018

DEU NA TV: SELEÇÃO SPORTV


PÓS-JOGO: MANO MENEZES


TORCIDA COMPARECE. O FUTEBOL NÃO.


Quase 40 mil pessoas estiveram no Mineirão, nesta quarta-feira, para empurrar o time para cima do Vasco. No entanto, uma apatia tomou conta do time, que entrou em campo com uma formação diferente do habitual e com um futebol aquém do esperado. Se por um lado o torcedor saiu de casa, pagou ingresso e foi ao estádio, o futebol do time da casa não compareceu.

Os mesmos erros cometidos diante do rival, domingo passado, se repetiram. Um time pouco criativo, de jogadas pragmáticas, previsíveis. Além disso, excesso de bolas alçadas na área adversária. É de se lembrar que o time entrou em campo com um esquema 4-6-0, ou seja, sem um jogador efetivamente de área. Dessa forma, a bola era alçada para um centroavante imaginário e, obviamente, não poderia dar em muita coisa.

Em lapsos ofensivos, o Cruzeiro não conseguiu transformar uma jogada sequer em gol e o empate por 0 a 0 resultou em vaias da arquibancada. O técnico Mano Menezes tentou achar explicações ao fim do jogo. No entanto, uma escalação equivocada, alterações deficientes e um ímpeto retraído só podem ser justificados pela incompetência tática e técnica. Segundo jogo na Libertadores e apenas um ponto conquistado. É bom o Cruzeiro mudar essa forma de jogar, de achar que pode ganhar o jogo a qualquer momento e começar a jogar futebol. A torcida está descontente com o atual momento e com toda a razão.

A torcida, antes do jogo, na esplanada do Mineirão



Por: João Vitor Viana

terça-feira, 3 de abril de 2018

DEPENDE DE NÓS CALARMOS OS OPORTUNISTAS!

O que dizer das análises dos "jornalistas" um dia após uma derrota do Cruzeiro?

Tem uns que disseram que o time entrou com "soberba, achando que iria ganhar a qualquer tempo".

No papo reto, entrou "de salto alto".

Um falastrão que acompanha o apresentador afirmou, categoricamente, que uma análise feita de forma geral "estava errado, segundo opinião dele".

Deve ser um desses parasitas que vai no caminho contrário de toda uma escola de samba e fala que ele está indo certo enquanto todos estão no caminho errado.

Opiniões desconexas, ridículas e infelizes, que mais cheiram ao oportunismo barato de uma imprensa que veste a camisa.

E o estranho é ver que boa parte da torcida caminha na mesma linha.

Buscam culpados, querem a cabeça de fulano e cicrano.

Querem até a cabeça do treinador!

Há uma semana o time era o "atropelador".

E uma derrota faz tudo isso mudar?

Não se deixem levar pela opinião tendenciosa da imprensa.

De uma rádio que veste a camisa.

De transmissões de TV feitas por narrador e comentaristas atleticanos.

Sejam torcedores! Empurrem o time no domingo!

Vamos virar!

Vamos entrar com sangue nos olhos, empurrando o rival para o gol deles.

Não queremos que eles respirem.

Mas isso vai depender de nós.

Da torcida que tem que estar presente, fazer pressão, levar o time e sermos, juntos, campeões.

Queremos calar os torcedores do lado de lá.

Queremos calar os jogadores dementes do lado de lá que pregam a paz, mas ao final do jogo, querem briga.

Queremos que essa imprensa lixo enfie o rabo entre as pernas e chore na cama.

Mas isso depende de nós.

Quarta é dia de fazer o Vasco pagar os pecados da nossa primeira derrota no ano.

Domingo é dia de lotar a Toca da Raposa III e gritar "É campeão".

Doendo na alma da imprensa, doendo na alma daqueles bostas que torcem contra o próprio time.

Aqui é Cruzeiro!

Por: Raposo Sensato e Marcão

domingo, 1 de abril de 2018

PRIMEIRO DESAFIO, PRIMEIRA DERROTA. MAS AINDA DÁ



Longe de ser aquilo que queríamos. Afinal, assim com no primeiro turno, acreditávamos em nova vitória. No entanto, veio uma derrota por 3 a 1, muito por falhas individuais e por um primeiro tempo pífio. Com uma zaga insegura e um apoio deficiente pelo lado esquerdo, o Cruzeiro teve um verdadeiro apagão por 10 minutos. E nesse tempo, levou três gols.

O início do jogo foi até mais favorável a nós. No entanto, até a parada técnica o jogo já estava um pouco equilibrado, mas com mais chances para o Cruzeiro. Após a parada, o Cruzeiro parece ter ficado bebendo água e viu o rival construir jogadas. E pelo alto, levou três gols. Impressionante as falhas nos três gols. O primeiro, que veio de uma falta inexistente, saiu nas costas de Murilo. O segundo, uma combinação de pataquada. No terceiro, uma falha de Egídio. A zaga com Leo e Murilo não funcionou, a proteção da zaga também foi ruim e o ataque inoperante.

Na segunda etapa, o time voltou melhor, já que tinha que propor o jogo e, ao menos, diminuir a desvantagem. Conseguiu, com Arrascaeta. Podia ter feito outro, com Sassá, mas o atacante perdeu o equilíbrio na hora de finalizar.

O que tiramos desse jogo?
Não está perdido. No entanto, não podemos voltar com a postura que entramos em campo e, principalmente, a postura pós-parada técnica. Jogamos melhor no segundo tempo, mas ainda falhando muito. Fica a sugestão de algumas mudanças. Sem querer buscar culpados, não podemos deixar Dedé no banco. Tomar três gols em bolas aéreas, como foi diante do Racing, é inadmissível. E seria bom Mano avaliar também a proteção da zaga. Romero no meio talvez seja mais útil, com Edilson na lateral. Marcelo Hermes também não seria ruim. Egídio fez sua pior partida com a camisa do Cruzeiro nesse domingo.

Ainda dá!
O Cruzeiro, para ser campeão, precisa vencer por dois gols de diferença. Se a diferença fosse de três, seria bem preocupante, mas ainda assim, como torcedor, acreditaríamos. Mas fazer dois gols de diferença a gente pode. Temos qualidade. Mas os jogadores têm que entrar pilhados. Certamente mais de 50 mil pessoas estarão no Mineirão no domingo. É hora de empurrar esse time. 

Que o Vasco pague o pato!
Antes da final, o Cruzeiro terá um importante jogo. Dia 4, o Cruzeiro pega Vasco, no Mineirão. Vasco que, aliás, bateu o Botafogo nesse domingo. É importante o Cruzeiro vencer para ir mais motivado para a final de domingo. São dois jogos que temos que vencer. O segundo, por dois gols de diferença. Vamos, Cruzeiro!

Por: João Vitor Viana