sábado, 21 de março de 2026

Jogo contra o Santos é fundamental e não há espaço para erros. É jogar pela vitória, nem que seja por uma diferença mínima

O Cruzeiro volta a jogar em casa neste domingo (22/3) com promessa de Mineirão lotado com expectativa de cerca de 57 mil pessoas. O adversário é o Santos, que estreia Cuca como técnico e que está próximo do Cruzeiro na classificação. Uma vitória tranquiliza o ambiente e dá a Artur Jorge, a ser anunciado como novo treinador até este domingo, um time menos pressionado.

Tite acabou com o time em todos os sentidos, com apoio da diretoria. Parece que passou jogador por jogador no moedor. Nunca na história recente do Cruzeiro viu-se tantas lesões. Com elenco curto - vai ser reforçado por Pedro Lourenço, com promessa de investimento na janela de junho - o time sofre, atualmente, com a falta de peças e pouca utilização da base. Diante do Santos, por exemplo, Murilo poderia ter uma chance como camisa 5. Mas Wesley deve insistir na besteira criada por Tite e por Matheus Henrique ali. 

Pelo menos na lateral deverá haver mudança, com a entrada de Kauã Morais no lugar de William, o risonho. Não adianta ficar fazendo vídeo e dando desculpa esfarrapada pós-jogo, depois que a torcida inteira caiu de pau. "Foi recorte". Uma ova! Jogador que é lanterna não pode ficar rindo depois de perder de novo. Banco é pouco. Marlon tomou o rumo necessário e William pode ir também que não fará falta. Com Kauã e Fagner estaremos bem.

No ataque, Kaio Jorge deverá ser opção. Voltando de lesão, é normal não iniciar o jogo. Chance para Neyser, que vem de dois jogos seguidos marcando e tem se destacado, apesar dos placares. Bom jogador que merece paciência do torcedor e da comissão.

Esse jogo é fundamental. Nunca o Cruzeiro teve um início tão ruim. Não há espaço para erros. Ajuda da arquibancada haverá. Precisa de doação em campo. Nada daquele primeiro tempo horroroso contra o Athletico-PR! É jogar por vitória, nem que seja por uma mínima diferença. Chega de perder, ainda mais em casa e para times que vão disputar, até o fim, com quem tende a cair para a Série B.

Esse ano eu já abri mão do Brasileiro. Mas temos Libertadores e Copa do Brasil ainda. Focar nos 45 pontos e lutar nas copas. Artur Jorge vai ter apoio da diretoria para fazer o que precisar para mudar o rumo da Raposa. Sinceramente espero que ele olhe para a base e tire dali ao menos dois ou três. E que traga gente de confiança. Barboza, Adryelson, Montoro... quem for. O Cruzeiro precisa ser outro após o furacão Tite. Elenco tem, salário em dia e alto tem. Precisa, agora, ter vergonha na cara. Porque treinador, a partir do início de Artur Jorge, também vai ter.

POR: JOÃO VITOR VIANA

quinta-feira, 19 de março de 2026

Artur Jorge vai ter muito trabalho. E vai precisar ter carta branca para fazer as mudanças necessárias e indicar reforços


O Cruzeiro voltou a tropeçar no Campeonato Brasileiro. Dessa vez, para o fraco time do Athletico-PR. Com dois gols rápidos, que ocorreram por desatenção e falha defensiva somado à sorte do adversário, em menos de 10min já estava 2 a 0. Para um time destroçado fisicamente e, ainda, com inúmeros desfalques, o Cruzeiro tentou se recompor, chegou a dominar parte do jogo, diminuiu e quase empatou. Contudo, não foi o suficiente para voltar para Belo Horizonte com mais uma derrota, a quarta no Brasileiro e a lanterna na mão.

Artur Jorge sendo confirmado - isso deverá acontecer entre hoje e sábado -, terá muito trabalho. Primeiro, para recuperar o físico dos atletas, destruído por Tite e sua comissão de açougueiros. Depois, ajustar o time, com muito treino tático. Junto a isso, indicar reforços. Ao menos quatro ou cinco. Dois para chegarem e vestirem a camisa. E, tomara, que dê chance aos jovens. Murilo e Rhuan, principamente.

Vai ser muito trabalho. Mas terá que ter a carta branca da direção para fazer as mudanças. Os sorrisos pós-jogo de William e Fagner pegaram muito mal. Não vencer precisa ser motivo de revolta interna e individual. É constrangedor ver jogador não ligando para o buraco onde está. Salário em dia, muito bem pago, melhores hoteis, centros de treinamento e aviões fretados. 

Para mim, Brasileiro já era. É ficar ali entre o sexto e o oitavo lugar e está ótimo. Foco nas copas.

Isso é resultado de um planejamento fuleiro, distante da torcida e recorrente. Diniz não serviu de exemplo. Precisou vir um ainda pior para mostrar que teimosia não dá certo no futebol. 

Caberá ao Artur Jorge corrigir essa rota. Preparar o time para 2027 e beliscar algo esse ano em algum momento. Dá para conseguir, se a diretoria abrir as orelhas e tirar o escorpião do bolso. Só Gerson não é o suficiente!

Jogo contra o Athletico-PR

Início horroroso, com muitas falhas e, ali, perdeu o jogo. Neyser fez boa parte, ao contrário de William, o risonho. Cruzeiro sentiu falta de Romero (de novo), não teve um meia para articular e, ao meu ver, o técnico demorou a por em campo Rhuan, Murilo e Kauã Morais. Neyser quase chegou a empatar o jogo. Athletico com linhas distantes favoreceu o toque rápido de bola. O Cruzeiro soube explorar isso em alguns momentos e poderia ter tido uma sorte melhor, não fossem as falhas individuais e os desfalques. Não que tenha gostado, mas vi um time mais disposto e mais veloz que quando Tite por aí estava fazendo suas moagens. Vamos ver como fica diante do Santos, que teremos algumas voltas e sera um jogo de dois desesperados. Inclusive, hoje, só Cruzeiro e Remo ainda não venceram no Brasileiro. Que domingo seja um dia que isso comece a mudar.


POR: JOÃO CAVALCANTI

terça-feira, 17 de março de 2026

Se contratar Artur Jorge, será a segunda vez que a torcida vai agradecer. E é nome para receber no aeroporto!

A diretoria do Cruzeiro, desde o início da SAF, tem um grande problema de se aproximar da torcida. Não há um plano de comunicação, a questão do sócio ainda é muito confusa e requer uma série de burocracias (principalmente para o cancelamento) e não há uma diretoria de comunicação que faça essa ntermediação entre torcedor e time. Uma pena, por sinal.

E o maior dos problemas que isso acaba acarretando é que o torcedor não participa muito das decisões do clube. Torcedor pede zagueiro. Não vem. Pede volante, não vem. Pede meia, não vem. Pede centroavante, vem Chico da Costa. Pede para aroveitarem a base... e a base vai sendo vendida, leiloada à preço de banana. Dito isso, não é ouvida na contratação de um técnico - Tite chegou com rejeição de mais de 90% do torcedor, assim como Fernando Diniz. Diretoria deu de ombros e pagou para ver. Caro, aliás.

Agora, assim como foi quando foi especulado Leonardo Jardim em 2025, a torcida está de acordo. Sua grande maioria aprova o nome de Artur Jorge, treinador que fez ótimo trabalho no Botafogo e que estaria inclinado a voltar ao Brasil, principalmente pelo projeto apresentado, contrato de dois anos, podendo esticar mais um e para um time que dá condições financeiras para ele reforçar o grupo, hoje, limitado em número. Outra questão é a guerra que atinge o Oriente Médio. O Cruzeiro já fez uma proposta e aguarda resposta. Hoje, inclusive, pode ser o último do treinador à frente do Al-Rayan. 

Artur Jorge é treinador de ponta, que joga para frente, ofensivo, sem toquinho chato e bolinha aérea o tempo todo. Fez o Botafogo campeão depois de um longo tempo e montou um elenco vitorioso. Agora é a vez de buscá-lo no aeroporto, se anunciado, e apoiar o time para virarmos a chave. Precisa ter carta branca para montar o elenco do jeito dele. E, para isso, precisa de apoio total do departamento de futebol, principalmente de Spindel e Pedro Junio.

Se Artur Jorge fechar, a torcida vai agradecer. E Cruzeiro, ouça as 10 milhões de vozes!


POR: JOÃO VITOR VIANA

segunda-feira, 16 de março de 2026

Vídeo: Marcelo Bechler destacou a queda de Tite

 


Concorda?

Demissão de Tite: correção de rota necessária porque a diretoria não ouviu a torcida quando contratou. Deu no que deu!

Fim de uma tragédia anunciada: Tite deixa o Cruzeiro sem, ao menos, dar declaração. O empate por 3 a 3 com o Vasco, na noite de domingo, no Mineirão, sepultou o trabalho trágico iniciado em janeiro e que, apesar do título do Campeonato Mineiro, nunca convenceu.

Com um futebol nada envolvente, burocrático e fatídico, o Cruzeiro afastou seu torcedor do campo e o sócio do programa. Pediu, incontáveis vezes, a troca do comando. Não foi ouvida. Aliás, quando especularam que Tite seria o substituto de Leonardo Jardim, a rejeição já foi alta. A diretoria, assim como fez quando contratou Fernando Diniz, deu de ombros e achou que sabia mais de futebol que 10 milhões de pessoas. E deu no que deu.

Três meses jogados no lixo, um planejamento muito mal feito, avaliação de grupo lamentável, vendas injustificadas, muito investimento em poucos jogadores e um sistema tático que se provou inexistente. Para um time com Libertadores, Brasileiro e Copa do Brasil pela frente, o projto é de um time de Série C.

O departamento de futebol ficou órfão com a saída de Pelaipe. Bruno Spindel só veio para que Gerson viesse. Aliás, com o dinheiro investido em Gerson dava para ter contratado ao menos uns 4 jogadores para posições carentes, que permanecem, por sinal. Falta zagueiro, volante, meia e atacante. Mas Tite não quis, Pedro Júnio, idem e a torcida, de novo, nao foi ouvida. Deu no que deu.

E todas as decisões de Tite - inclusive a de deixar seu filho, incompetente, comandar o time à beira do gramado - trouxe as decepções. Em mais um jogo em casa, com Mineirão vazio, empate. E olha que saiu no lucro! Segundo tempo de amargar e uma correção de rota necessária: tirar um dos problemas do time, talvez o maior, para tentar algo ainda esse ano. Mas para tanto, a diretoria precisa descer do pedestal que ela mesma subiu.

O primeiro passo é trazer o torcedor para perto. De novo, isso não tem ocorrido. Não é abrindo porta de Toca da Raposa em véspera de final de rural que isso acontece. É ouvindo, é criando um plano de comunicação, é agradando, é contratando treinador que a torcida aprova. E mais: tendo uma poítica interna que não aceta interferência de treinador. Em 2025 estava tudo certinho: investiento em jovens promissores com expectativa de revenda e aumentando o nível do grupo. Tite atrapalhu tudo isso: preferiu jogadores mais rodados e encostados e liberou promessas da base à preço de banana. E eu no que deu!

Na zona de rebaixamento incômoda, a diretoria preferiu apenas se posicionar e meio que culpar o treinador por todos os males. Sabemos que não era o único problema que, aliás, foi criado pela diretoria. Troxue Tite como trouxe Diniz. Na apresentação de ambos, o mesmo discurso: "currículo que dispensa comentários". Diretoria vive de passado e o Cruzeiro não é museu.

Que com mais um tropeço, o que a gente fala desde lá de trás seja iniciado. É preciso ter um técnico de verdade. Já que o Jardim se rendeu aos milhões do Flamengo, que quem venha tenha um perfil parecido: carta branca para estruturar, contratar jovens, aumentar as opções de elenco, dar chance para a base e fazer o time jogar, com treinos decentes e sem estourar jogador. Há muitos anos o Cruzeiro não convive com tantas lesões! Tite jogou o grupo de jogadores, limitado em número, no Departamento Médico. O elenco virou açougue! 

Agora é hora de contratar um treinador de verdade! Pague multa alta se precisar! Mas traga! Não me venha com conversa fiada de trazer esse ou aquele disponível no mercado. O Cruzeiro, historicamente, quando quis um técnico foi até ele e tirou ele de algum time. Fez assim, por exemplo, com Felipão. O Cruzeiro tinha uma meta, que se perdeu de novo, porque a diretoria não ouve. O problema de SAF e que sendo dono, pouco importa o que o seu cliente deseja. Mas sem torcida, time nenhum, SAF ou não, vinga. 

Que o Cruzeiro corrija a besteira que fez não fazendo outra! Ou é Artur Jorge, Filipe Luis, Gallardo ou Crespo. Algo fora disso, para mim, é outra aposta. Para apostar, que deixe o Mairon, do sub-20. Antes alguém promissor que outros, comprovadamente decadentes, como é o caso de Tite.


POR: JOÃO VITOR VIANA

segunda-feira, 9 de março de 2026

Após 7 anos, o Mineiro é nosso!


O Cruzeiro, de novo, sagrou-se campeão. Após 7 anos, muita história, altos e baixos, o Maior de Minas levantou a taça, em jogo mais marcado pela pancadaria no fim do jogo que propriamente chances criadas.

Em campo, o Cruzeiro foi mais eficiente, principalmente porque a partida foi marcada por poucos lances de perigo. Os goleiros pouco trabalharam. Contudo, Kaio Jorge, sempre ele, deixou o seu, em lance que Everson tentou socar, mas a bola já tinha passado da linha. E muito! Ainda assim Everson, o rei da catimba e "religioso", queria fazer o árbitro ir contra o próprio VAR.

Em campo, muitos cartões. Jogadores simulando agressões, revidando provocações, criando situações inexistentes. Renan Lodi e Matheus Pereira protagonizaram alguns confrontos. Villalba e Huk também. Mas nada que beira Christian e Everson. O goleiro, como disse, religioso, deixou para lá o seu terço e partiu para cima de Christian após uma dividida. A joelhada que deu no rosto do meia cruzereinse desencadeou uma briga generalizada, que teve como saldo 23 expulsos. A súmula só saiu na manhã dessa segunda-feira (9).

No vestiário, vibração e esquecimento total da bagunça de dentro de campo. Provocações continuaram. Kaio Jorge, Fabricio Bruno, Lucas Romero protagonizaram algumas cenas. Entrevistas ainda à flor da pele. Por fim, foi perceptível que nenhum atleta do Cruzeiro não desejava nada de diferente a não ser ser campeão. Villalba chorou e se declarou ao Cruzeiro. Kaio Jorge e Fabricio Bruno com camisas provocativas.

Se até o Cássio entrou na briga, é sinal que os caras estavam bem pilhados e não abaixariam a cabeça num momento de retomada de títulos. As expulsões, agora, são da conta da Federação Mineira de Futebol (FMF). E para 2027, se forem 6, 12 jogos... não tem problema. Jogamos com reservas e teremos a obrigação de chegarmos a mais uma final. Foco agora no Flamengo, em jogo de campeões estaduais. Do lado de lá, Jardim, que trocou a idolatria pela grana do Urubu. 

É ver se no Cruzeiro a concentração irá se manter. Isso passa pelo nenhum cumprimento a Leonardo Jardim antes do jogo. Pelo que ele fez com o Cruzeiro, a indiferença é a maior resposta.

POR: JOÃO VITOR VIANA 

domingo, 11 de janeiro de 2026

sábado, 30 de agosto de 2025

Calma Lédio e Jáder! Nada de freguesia! Por mais que a transmissão torça contra, a gente venceu!




Quem viu o jogo entre Cruzeiro e São Paulo, ficou com raiva. Não pelo jogo, disputado, mas pela narração horrível e tendenciosa, junto aos comentários. Lédio Carmona estava em polvorosa, assim como Jader Rocha. Bizarro o que fazem com o futebol. Não bastasse outros fatores, o torcedor ainda precisa ter o desprazer de ver e ouvir situações deprimentes. Calma, Lédio e Jader, dessa vez a equipe de vocês ficou pelo caminho. Só faltou falar que o Cruzeiro era freguês do São Paulo. Pelo menos isso não foi falado.

Aliás, pelo que parece, o Cruzeiro venceu a Seleção da Argentina, a atual campeã do mundo. Rafael fez, sim, um ótimo jogo. Conhecemos aqui desde a base. No mais, vimos um ataque de mimimi, uma zaga altamente vulnerável. O que fez o São Paulo competitivo foi o meio-campo. Já o Cruzeiro, o diferencial foi a zaga, com atuação monstra de Fabrício Bruno e Kaiki e um gol maravilhoso de Matheus Pereira, que deveria cobrar mais faltas.

Lédio e Jader, até o final do jogo, insistiram que o Cruzeiro jogou mal. Como ir mal se o melhor jogador do jogo foi o Rafael? Não faz sentido.

Se os números históricos contra o São Paulo não são, ainda, bons, os três pontos em campo deixou o clube temporariamente na segunda colocação e mais perto do Flamengo, ainda que com jogos a mais. 

Chorem, Jader e Lédio! Mas na cama, que é lugar quente!


JOÃO VITOR VIANA

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

A imprensa mineira que ama soltar fake news antes de clássico: depois da insatisfação de Gabigol, o interesse do futebol do Qatar em Leonardo Jardim


É só chegar véspera de clássico que a imprensa fica com comichão, bisbilhota jornais do mundo todo, faz fofoca, inventa notícia: tudo para tumultuar quem? O time rival ao que ela torce. Pois é. Depois de inventarem que Gabigol está insatisfeito, inclusive dando números e até jogando a torcida contra o jogador, agora pegaram um jornal de fofoca de Portugal para ser uma fonte para anunciarem na rádio e TV. Agora tem time do Qatar (Al-Jazeera) interessado no treinador celeste. Ai, ai...

O mais incrível é que nada... nada do outro lado acontece. Ninguém mais fala dos atrasos salariais, da grama sintética horrível do estádio, entre outras. Mas como o Cruzeiro está melhor no Brasileiro, a raiva da imprensa cacarejante aumenta. Uma vez ouvi um ex-setorista do alvinegro, numa cobertura jornalística no terreiro deles, dizer para outro: "E inadmissível o Galo estar tão distante do Cruzeiro". Ah, se os torcedores soubessem um pouco dos bastidores da imprensa que cobre os clubes e o tipo de papo que ocorre nos CTs e jogos...

Como desde 1921 somos vacinados contra essa bandalheira, banda podre e clubista, segue o jogo. Vamos, primeiramente, buscar vencer, distanciar dos clubes que estão abaixo e nos aquecer para o meio da semana que vem, quando haverá um "clima de guerra", criado por torcedores e reverberado pela imprensa, esta que, depois, vai falar de paz nos estádios de uma forma hipócrita e bizarra. Aquela história de morde e assopra, sabe? Mas nesse caso é mais "taca no ventilador e depois passa pano".

Contra tudo e contra todos, seguimos.

Contra a mediocridade dos microfones (inclusive os que chamam técnico de bêbado e que espero, sejam punidos) e a torcida dos travestidos de jornalistas, seguimos.


JOÃO VITOR VIANA