sábado, 22 de julho de 2017

NOVO LATERAL NA TOCA

O Cruzeiro deverá anunciar o lateral-direito Rafael Galhardo como novo reforço até o início da próxima semana. O acerto entre as partes foi concluído e o atleta depende somente de ser aprovado nos exames médicos para assinar com o clube. O último clube de Galhardo foi o Anderlecht, da Bélgica, onde não teve destaque. No Brasil jogou pelo Flamengo, clube pelo qual foi revelado, Grêmio, Santos, Bahia e Atlético-PR. Recentemente o jogador rompeu os ligamentos do joelho direito e vinha se tratando no Ninho do Urubu.
Galhardo, que tem 25 anos, mesma idade de Lennon, surgiu bem no Flamengo e, por um momento, virou titular da equipe. Teve boa passagem também pelo Grêmio, em 2015. Contudo, não emplacou nem no Santos, nem no Arderlecht. No Atlético-PR fez apenas sete jogos e não deixou saudade. É mais uma aposta da diretoria, em comum acordo com a comissão técnica.
O lateral é conhecido por ser um bom apoiador e bater bem na bola, sendo bom cobrador de bolas paradas. Contudo, sempre foi contestado defensivamente. 
Concorrência
Caso passe nos exames médicos, Galhardo terá uma briga não tão feroz pela titularidade. Isso porque Ezequiel tem uma pubalgia grave e será preservado no restante do ano, podendo até operar em algum momento; Lennon não será aproveitado e Romero está ali pelo setor apenas por falta de opções. Apto a jogar e liberado pelo Departamento Médico do clube, a titularidade seria questão de tempo e convencimento do técnico, que já deixou claro em entrevista que, caso chegue algum jogador, caso de Lennon, que não convença nos treinamentos, o improviso será feito. 

Rafael Galhardo de Souza
Nascimento: 30/10/1991
Naturalidade: Nova Friburgo-RJ
Carreira: 
Flamengo (2008/2012) – 30 jogos, 1 gol
Santos (2012/2013) – 26 jogos, 1 gol
Bahia (2014) – 7 jogos, 2 gols
Grêmio (2015) – 49 jogos, 2 gols
Anderlecht (2016) – 1 jogo
Atlético-PR (2016) – 7 jogos
Seleção Sub-20 (2011) – 7 jogos pelo Sul-Americano, 2 pelo Mundial

PÓS-JOGO: MANO FALA DO EMPATE CONTRA O FLUMINENSE


BASTIDORES: VEJA O QUE ROLOU ANTES DA PARTIDA DIANTE DO FLUMINENSE


COM QUE TIME... EU VOU?


Façam suas apostas! Time titular, misto, alternativo, todo reserva: com o que iremos a campo diante do Avaí, domingo, às 16h? Mano Menezes não dá pistas daquilo que pode usar. O certo é que ele está de olho na Copa do Brasil, quarta-feira. Um simples empate em até dois gols classifica o Maior de Minas para as semifinais do torneio. Diante disso, dificilmente não haverá jogador poupado diante dos catarinenses.
Durante o ano, o técnico Mano Menezes sempre pregou pela coerência e trabalhou junto à fisiologia sobre probabilidades de contusão. Por causa dessa últma situação, retirou Alisson do último jogo e já o enviou de volta para Belo Horizonte, onde faz trabalho de fortalecimento e regenerativo justamente para estar 100% diante do Palmeiras, daqui uns dias. Assim, não seria estranho que para o próximo jogo, Rafael Sóbis iniciasse a partida no banco, assim como Thiago Neves. Mas tudo, até então, não passa de mero palpite.
A torcida, no entanto, se lembra bem do jogo entre Ponte Preta e Cruzeiro, no Moisés Lucarelli. Um time quase todo poupado, desfigurado e que se perdeu do início ao fim da partida. Mesmo com a entrada de alguns titulares, a Raposa foi presa fácil para a Macaca e amargou uma derrota bem ruim, juntada à péssima exibição. A torcida espera que, caso haja algum jogador poupado, que não seja o time inteiro. Afinal, perde-se o entrosamento e o esquema tático vai mais que para o "beleléu". A torcida confia num bom resultado diante do Avaí. 
Conchavo nas eleições
Márcio Rodrigues retirou sua candidatura à presidência do Cruzeiro e anunciou apoio à chapa de Wagner Pires, apoiado por Gilvan. No entanto, há uma situação para que isso ocorresse: Márcio apoia agora e, nas próximas eleições, em 2020, visando o pleito seguinte (2021-2024), seria ele o apoiado na concorrência ao cargo maior do Cruzeiro. Digamos que é um "toma lá, dá cá".

sexta-feira, 21 de julho de 2017

IDAS E VINDAS



Quando um cavalo passa arriado... não se pode perder a oportunidade. Certo? Bom, é o que boa parte da torcida do Cruzeiro espera, quando um time procura o Maior de Minas, interessado em contratar algum jogador que por aqui não deu certo. Pois bem, o Atlético-PR, que já tem vários atletas que passaram pela Raposa, como Jonathan, Thiago Heleno e Paulo André, agora quer Fabrício, por empréstimo. E pelo que dizem no sul do país, o acordo está próximo. Vá com Deus!
Terceira opção para a lateral-esquerda, haja vista que Bryan é o reserva imediato de Diogo Barbosa, Fabrício não deu certo por aqui nessa segunda passagem. Aliás, na primeira já não havia dado. Tanto que o Cruzeiro o envolveu em uma troca com o Palmeiras para que ele tivesse outra chance numa grande equipe. Por lá também não vingou, sendo devolvido. De volta, teve algumas chances com Mano, mas claramente não figura nos planos da atual comissão. Trazido do Internacional como solução para a lateral, não emplacou. Começou até bem, mas teve uma queda vertiginosa de rendimento técnico. E desde então, não voltou a subir.
Fabrício não foi um jogador que oscilou no Cruzeiro. Começou razoavelmente bem, mas em seguida já caiu e não teve sequer uma regularidade. Que esse novo empréstimo seja um recomeço por lá. Aqui nunca deu certo e dificilmente dará. Jogador caro para ficar como terceira opção.
Renovando por cinco anos!
Quem deve anunciar uma renovação longa de contrato com o Cruzeiro é o goleiro Rafael, cria do clube. O atual contrato que vai até 2019 deve ser estendido até 2022. Recentemente o reserva imediato de Fábio trocou de empresário. A expectativa é que na próxima semana o jogador tenha um acréscimo salarial e confirme a renovação. É o primeiro passo para mostrar a ele que assim que Fábio se aposentar, ele assume e não sai mais. 
Parecendo o Caniggia, só que não!
Ezequiel apareceu na partida de ontem apenas quando foi advertido com o cartão amarelo no banco de reservas. Parece o Caniggia na Copa do Mundo. A diferença é que o atacante argentino, que não atuou na sua última participação, em 2002, foi expulso. Ontem, Ezequiel conseguiu levar o terceiro cartão amarelo por não estar vestindo o colete. Está suspenso e não pega o Avaí. Volta a BH juntamente com Alisson, que não se sabe porque cargas d'água viajou ao Rio, se não tinha condições físicas, com risco de lesão. O atacante também não enfrenta o Avaí, sendo preservado para a partida diante do Palmeiras, jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil. Primeiro jogo: empate por 3 a 3.

EMPATE NO RIO

Um ponto: assim como diante do Flamengo, a vitória não veio. No Rio de Janeiro, o Cruzeiro empatou com o Fluminense, em partida que começou bem e, após sofrer o gol de empate, acabou oscilando. Teve chances de vencer, assim como quase perdeu o jogo. Depois de um primeiro tempo aberto, o Cruzeiro foi, aos poucos, optando mais pelo contra-ataque. Contudo, não conseguiu os três pontos. Talvez por causa das alterações do técnico Mano Menezes, que diminuíram o poder de ataque da equipe, assim como enfraqueceu o sistema defensivo. Três alterações nada interessantes. Rafael Marques, Raniel e Bryan, nem de longe, estão em um patamar técnico que agregue ao clube. Rafael, então, protagonizou lances que beiraram a bizarrice, tropeçando na bola. Lamentável!
Com um sistema tático modificado, uma vez que Mano Menezes optou por Alisson iniciar a partida no banco, o Cruzeiro voltou a jogar com três volantes de origem. Henrique, Lucas Silva e Ariel Cabral formaram uma trinca defensiva, saindo para o jogo e dominando o meio. Os primeiros 35min foram do Cruzeiro, que teve mais posse de bola, mais iniciativas e mais chances de marcar. Tanto que Sassá, após ótima jogada de Thiago Neves, abriu o marcador para a Raposa. No entanto, minutos depois, um pênalti acabou mudando o panorama da partida. Richarlisson empatou, deslocando Fábio. Antes disso, o Fluminense fez uma verdadeira "blitze", conseguindo quatro escanteios seguidos. E num erro de marcação, Romero acabou derrubando o atacante do Fluminense.
No segundo tempo, o Cruzeiro voltou um pouco melhor do que terminou a primeira etapa. Contudo, devido às modificações do treinador, foi recuando cada vez mais, optando pelo contra-ataque. Chegou a ter chances de marcar, mas desperdiçou. E nessa de recuar, viu o Fluminense crescer e, por pouco, não marcar. Scarpa perdeu um gol incrível já no final da segunda etapa. As alterações de Mano, dessa vez, foram pífias. E vai, aqui, um questionamento: um pouco antes do jogo, o técnico afirmou que Alisson, pela sequência, poderia se lesionar. Então por que o levar para o Rio de Janeiro? Por que treinar com uma formação e iniciar com outra? Nada coerente. E o empate acabou vindo como um resultado daquilo que foi o jogo. Não que no futebol haja justiça, mas quando um time começa a abdicar do ataque e vê que o empate fora é o bastante, querer mais do que isso é sonhar alto demais. A chance de chegar ao G-5 acabou sendo adiada pela apatia que os três atletas que entraram deram ao time.
Fala, capitão!
O volante Henrique viu um jogo diferente. Para ele, o Cruzeiro está numa crescente e criou chances o suficiente para vencer. "A gente queria a vitória. Desde o primeiro tempo, buscamos sempre o gol. Criamos, tivemos oportunidades. Não sei sobre o pênalti. Trabalhamos pela vitória e o time está em crescimento", disse. Nossa análise é um pouco mais rígida, capitão. Para nós, o Cruzeiro tem muito mais time e poderia, sem sombra de dúvida, sair do Rio com os três pontos. Mas o jogo fez com que o time fosse se arriscando menos, as alterações, estranhas, foram primordiais para a queda vertiginosa do time e, com três jogadores questionáveis em campo, empatar foi até muito. Não há crescente em time que joga se recuando a cada minuto. E não pode haver crescimento com Rafael Marques, Bryan e Raniel em campo.