quarta-feira, 17 de outubro de 2018

É HEXA!



O choro é livre! O Cruzeiro é hexacampeão da Copa do Brasil! Pode Luis Roberto e a Globo inteira não gostar, pode o Bob Faria se remoer, mas é hexa! O Cruzeiro conquistou não só a passagem para a Libertadores, não só R$ 50 milhões, mas é hexacampeão da Copa do Brasil.

Com um futebol técnico, nem tanto bonito, mas eficiente, o Maior de Minas foi a São Paulo, sofreu pressão, mas soube jogar. Aproveitando as oportunidades e falhas individuais, o Cruzeiro abriu o placar, com Robinho, após rebote no chute de Barcos na trave. De forma irregular, o time da casa, como era de se esperar, empatou: pênalti irregular. Mesmo com VAR, viram pênalti onde não existiu. E Jadson empatou. Mas o destino estava selado: Arrascaeta veio do Japão numa viagem de 24h e chegou para fazer o gol da vitória. Num passe de Raniel, encobriu Cássio e selou uma campanha irretocável. 

Belo Horizonte em festa, diferentemente do que a Globo queria. Um belo "chupa" a gente grita daqui, em busca de um profissionalismo na imprensa. Chega de parcialidade! Chega! Aqui é Cruzeiro! Aqui é hexa! Aqui é Libertadores!

Por: João Vitor Viana

É HOJE!



É hoje, pessoal! 90 minutos que decidirão quem será o campeão da Copa do Brasil e quem vai embolsar R$ 50 milhões. Fora que o campeão ainda garante vaga direta na Libertadores de 2019, o que, pelo Brasileiro, está cada vez mais difícil para o Cruzeiro e para o próprio Corinthians. Assim, o jogo de hoje promete. E que o hexa venha. Vamos estar, ainda que de longe, emanando energia positiva para o Maior de Minas. O Cruzeiro não precisa vencer. Se não perder, será campeão. Mas sabemos que jogar pelo empate é um grande risco. É bom jogar de forma inteligente. E vamos torcer para vencer no Itaquerão.

Contra tudo e contra todos os secadores do lado de lá da Lagoa, o Cruzeiro vai a campo com um time que pouco muda do primeiro jogo. Apenas Egídio, suspenso, está fora. E pode pintar Arrascaeta, ainda que no segundo tempo. O jogador estava com a seleção do Uruguai em dois amistosos e uma logística foi traçada para que ele, assim como foi feito com Dedé, o atleta estivesse apto a jogar hoje. A expectativa é que ele chegue a São Paulo às 16h. Até a partida ele vai descansar para que possa participar da partida se assim for desejo de Mano Menezes.

A tendência é que Marcelo Hermes inicie a partida na lateral-esquerda. Por ser mais experiente que Patrick Brey, é o que Mano deverá fazer, já que não é de inventar moda, como por, por exemplo, um jogador estilo "Marquinhos Paraná" por ali. Lateral é lateral e ponto.

Novidades mesmo será na camisa
O Cruzeiro acertou um patrocínio pontual para o jogo de logo mais. A Fiat vai expor sua marca nos ombros da camisa. Os valores não foram revelados.

Por: João Vitor Viana

terça-feira, 16 de outubro de 2018

SEM SASSÁ



Querer que o STJD seja isento quando se trata de uma final contra o Corinthians é o mesmo que pensar que Papai Noel existe. Ao menos é o que parece quando dias atrás o tribunal liberou Diogo Barbosa e Mayke para jogarem sob efeito suspensivo e hoje não liberaram Sassá. É como premiar o mandante de um crime e culpar somente o executor, quando ambos são culpados. Ou libera geral ou pune. Mas como num caso são jogadores de Palmeiras e no outro, do Cruzeiro, ainda mais em final contra o Corinthians, é melhor deixar o atacante de fora, né? Assim fica dificil acreditar que haja justiça, de fato, no futebol.
A possível liberação de Sassá não mudaria a formação inicial do Cruzeiro, que deve continuar com Barcos. Raniel, Fred e Sóbis deverão ser opções no banco de reservas.
No entanto, Sassá estava entrando muito bem e marcando gols, algo que se o Cruzeiro fizer amanhã, trará sérios problemas ao time dos árbitros.
Por: João Vitor Viana

sábado, 13 de outubro de 2018

MARCELO HERMES SERIA O SEU SUBSTITUTO?


VANTAGEM MÍNIMA

O Cruzeiro ditou o jogo, mas deixou no ar aquela sensação que podia ter feito mais. Mas em se tratando de final e de um adversário tradicional, ter vantagem para a partida de volta acaba sendo importante. No primeiro jogo da final da Copa do Brasil, o Cruzeiro venceu por 1 a 0, gol de Thiago Neves, jogador que em decisão acaba sendo decisivo. E que bom que ele é nosso.

Aliás, foi o 22º gol de Thiago Neves em finais, segundo um levantamento do Superesportes. Isso mostra que o cara nos momentos decisivos aparece. E olha que tem muito torcedor mimizento por aí que fica enchendo a paciência, falando que TN30 tem que sair ou coisa assim. Como dizem uns conhecidos meus: "xiiiiu!".

Jogo em que o Cruzeiro não teve maior posse de bola, mas teve as maiores chances de gol. Aliás, foram 10 finalizações, duas delas de muito perigo, que Cássio acabou sendo decisivo: a cabeçada de Henrique e o chute de fora da área de Thiago Neves. TN30 ainda cabrimbou a trave corintiana. 1 a 0, ao final, foi pouco. Mas nada que o Cruzeiro não possa aumentar, se estiver concentrado, como esteve na última quarta-feira. Vamos lá, Cruzeiro!

Baixa
Egídio levou o terceiro cartão amarelo e está fora. Marcelo Hermes e Patrick Brey aparecem como potenciais substitutos. Nos bastidores, o Cruzeiro tenta efeito suspensivo para Sassá, punido com seis jogos por agredir Mayke. Como o STJD concedeu o "benefício a Mayke e Diogo Barbosa", o Cruzeiro vê possível contar com o atleta na final da Copa do Brasil, daqui quatro dias. Mano Menezes ainda poderá contar com Arrascaeta, caso o jogador reúna condições físicas após viagem desgastante com a seleção uruguaia. Aliás, no primeiro jogo, nem participou, ficando no banco.

Por: João Vitor Viana

terça-feira, 9 de outubro de 2018

A HORA DA VERDADE

A partir de amanhã, Cruzeiro e Corinthians abrem a final da Copa do Brasil. De um lado, um tricampeão. De outro, um penta. E a gente quer ser hexa! E para isso Mano Menezes vem fazendo mistério, escondendo treinos, trabalhando de forma secreta. Que isso dê certo.

Na zaga, não há mistério: Fábio; Edílson, Leo, Dedé e Egídio. No meio, Henrique e Lucas Silva são os titulares. Talvez a dúvida esteja em quem entra na vaga de Arrascaeta. Mano, se for coerente, escala Rafinha. No entanto, se quiser "quebrar a banca" e vir com Raniel e Barcos no ataque, pode até mudar o estilo de jogo, com Thiago Neves e Robinho mais centralizados ou caindo cada um para um lado. Se eu fosse o técnico, tacava Raniel de cara e ainda seria mais ousado: usaria Fred desde o início, com Barcos de opção.

Mas não sou eu que tenho a bela remuneração de Mano e cabe a ele decidir. Competente que é, saberá tomar a melhor decisão.

Vamos, Cruzeiro! A hora da verdade chegou!

Por: João Vitor Viana

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

BARRADOS NO BAILE!

O tri ficou adiado e tudo se concentra para a busca do hexacampeonato da Copa do Brasil. Na noite desta quinta-feira, o Cruzeiro precisava vencer por 2 a 0 no mínimo, em busca de tentar a classificação nos pênaltis. Sentimento de decepção, como disse Edilson ao final do jogo, mas vida que segue. Várias foram as jogadas criadas - pelo menos cinco -, mas somente uma foi aproveitada. Hora de virar a chave. A arbitragem, mais uma vez, atrapalhou o jogo, brecando jogadas, anotando faltas inexistentes e causando nervosismo ainda maior nos atletas celestes. Thiago Neves teve duas chances no primeiro tempo e uma no segundo, sem anotar o gol. Raniel também teve uma chance e Sassá, na única que teve, guardou. 
O primeiro tempo foi iniciado com o Cruzeiro melhor, tendo Arrascaeta arriscando de fora, logo no primeiro minuto. No entanto, a zaga do Boca estava travada, bem postada e pouco foi criado. Um lance ao final do jogo acabou anulando o gol celeste. A arbitragem viu falta de Dedé no goleiro do Boca, lance que resultou em cartão amarelo. Barcos, em seguida, mandou para as redes, mas viu seu gol não valer. Nos primeiros 45min Thiago Neves perdeu duas chances boas, que também poderia dar início à virada histórica.
No segundo tempo, o adversário voltou a abusar do antijogo, com muita catimba. Respeitando o dono da casa, continuaram se postando atrás, tentando o contra-ataque. Mais uma vez a arbitragem virou protagonista ao marcar um pênalti e depois voltar atrás anotando impedimento de Barcos. O Cruzeiro, ainda assim, abriu o placar, com Sassá. Buscando o segundo gol, viu Dedé ser expulso por lance estranho no meio. Com um a menos e precisando marcar, o Cruzeiro deu espaço e o Boca acabou apriveitando uma falha de Leo, no final, e empatou, com Pavón. Vacilo que acabou com todas as chances celestes. Se fazer mais um estava difícil, fazer três tornou-se impossível. Placar final: 1-1. Hora de pensar na Copa do Brasil.
Por: João Vitor Viana