segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

MÍDIA AFETADA

Atleticano é um povo sofrido, doente, chateado, maltratado... É uma verdade notória. Mas de uns tempos para cá, a coisa mudou de figura. Piorou. Talvez, porque depois de décadas, eles tenham subido no pódio por três vezes e até nos vencido em uma final de Copa do Brasil. Eles, que já achavam que tinham "o rei na barriga" sem ter título, ficaram alvoroçados. E por que falar das frangas nesse post de hoje? Simplesmente, para continuar a dar vazão a uma postura lamentável que tem assumida pela imprensa: a de não aceitar o sucesso do Cruzeiro. Ontem não teve um "ranca-rabo", mas na coletiva, uma provocação. Nas mídias, e isso eu falo de três sites em destaque, também rolou "tretinha". Foram atrás de diretor que nunca cmentou nada desse nivel. Aliás, nível, como o próprio Mano disse, em resposta ao repórter franga, é algo que deixou de existir já há algum tempo.
Historicamente, proporcionalmente e faticamente, o Cruzeiro é anos-luz um time à frente do rival. Sempre se gabou pelas taças, pelas vitórias épicas, pelo sucesso de um time clássico. O nosso rival, na contramão da lógica, sempre se achou grande. Gritava aos quatro cantos do país ser um time de história. Mas, pera. Que história? Antes de 2013, apenas um título de expressão, nada mais. Grande onde? Nossa torcida sempre se mostrou bem maior, mais que o dobro da deles. Ou seja, viveram e vivem em uma eterna ilusão, um mundo paralelo que somente eles acreditam ser a verdade. E, ao contrário do que dizem dos loucos - que é melhor não contrariar -, em se tratando de Cruzeiro, essa contraposição deve existir, principalmente por parte dos torcedores. Isso, principalmente, porque a própria imprensa tem causado discórdia através de posts tendenciosos, buscando diminuir o Cruzeiro em prol do próprio time, essa franga fraca e decadente.
É notável que nosso rival, elevado ao grau máximo de potência por estar na liderança do Campeonato Mineiro (nos critérios de desempate, já que o Cruzeiro tem os mesmos seis pontos), necessita sempre estar, ao menos, no mesmo patamar do Cruzeiro. Afinal, ficar abaixo, é muito ruim para a imprensa, maioria alvinegra. Dói na alma. E não falo isso sem base. Falo isso principalmente por aquilo que ela vem fazendo. Já publicamos aqui alguns exemplos e isso está piorando. Depois que o Mano cutucou o rival, vários "jornalistas" vestiram a camisa, tiveram sua alma devastada e, sempre que podem, tentam dar resposta, tentam responder o treinador celeste. Ontem, após o jogo, um repórter franga perguntou ao Mano se ele, ao contrário do que disse na primeira partida, não tinha vencido de forma limpa. A resposta foi a melhor. Foi uma resposta "a la Adilson Batista". Lembram-se? Ou seria "a la Fabricio"?  Adilson chamou um comentarista da Rede Globo - não preciso de dizer quem - de atleticano, e disse que a mídia era tendenciosa. Já Fabrício afirmou que para ele era "Clube Atlético Mineiro": "Galo para você, que é íntimo", continuou, em resposta a um repórter de uma rádio mineira, conhecida por sua predileção.
O fato é que a resposta de Mano, que literalmente afirmou que o repórter vestiu a camisa do rival e se sentiu ofendido com aquilo que foi dito ao final da primeira partida, contra o Villa Nova. E, de fato, vestiu. Não bastasse isso, alguns sites continuam indo atrás de diretores, jogadores, torcedores, jornalistas, sempre buscando uma resposta para a provocação inicial de Mano. Ontem, até um diretor, nunca antes visto na mídia, deu declaração. E por ser uma resposta a Mano, destacaram no veículo de comunicação tendencioso. É por isso que o torcedor cruzeirense tem que parar de acessar essa mídia porca e ficar sempre atento às notícias reais, que o Nação sempre traz.
Aliás, permito-me a fazer uma reanálise dos lances "discutíveis" de ontem. Inicialmente, cheguei a dizer - e na análise do jogo está escrito - que dois lances capitais poderiam ter mudado um pouco a história do jogo. Poderiam, como também poderiam mudar os impedimentos que a bandeira assinalou de forma equivocada. E vou além: o pênalti, para muitos comentaristas não existiu e o impedimento do Ábila nçao foi escandaloso. Logo, esse "mimimi" da imprensa ainda perde mais força. E retifico a minha opinião: para mim não foi pênalti e o impedimento era difícil de ser marcado com exatidão. Não culpo o trio por isso.
Depois da resposta de Mano, ontem, acredito que a alma alvinegra, antes devastada e ofendida, irá fazer um verdadeiro tsunami contrário. Mas como sempre dissemos, o Cruzeiro é muito grande e não precisa dessa mídia falida. Precisamos tão somente do nosso torcedor. Sempre foi o décimo segundo jogador, sempre foi forte suficiente para elevar o elenco ao mais alto posto e sempre foi a base para, nos momentos difíceis, não deixar o "castelo desmoronar" . Já passamos por momentos bons e ruins, mas a torcida sempre esteve ao lado do time, fiel, forte, junto ao time. E, agora, com Mano e cia. no comando desse esquadrão, vamos reviver tempos áureos, querendo a imprensa ou não.

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4 comentários:

Daniel's disse...

Normal em se tratando da mídia fran6a rosada.

Particularmente não leio matérias do globo e superesportes, veículos absolutamente parciais. Frangatiaia então tem anos.

Nós torcedores do MAIOR DE MINAS temos que boicotar estes infelizes.

welington vieira goulart Goulart disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Diego Azevedo Mota disse...

Essa é uma verdade! A impressa é muito tendenciosa!
Eu sou do interior, moro em Unaí e tenho o Premiere para acompanhar os jogos do Cruzeiro!
Já reclamei varias vezes, para escalarem ou contratarem um narrador cruzeirense. Pq chega a dar nojo escutar a narração deles!

Rafael Mendes disse...

Mas ainda bem que a imprensa é rosada, ou então nosso pseudo rival não existiria mais.
É uma questão de sobrevivência da Franga Rosana série B.
Deixa falarem, mostramos na bola.