O Atlético começa a temporada precisando correr atrás. O início de 2011 ainda lembra 2010. Terminou a temporada correndo atrás de pontos para não ser rebaixado. A briga agora é pelo campeonato mineiro e foi assim na partida com o Funorte e novamente contra o Tupi. O Cruzeiro também repete o ano anterior. Consistente, correndo poucos riscos e com dificuldades de fazer gols. Contra a Caldense, o primeiro gol saiu no meio do segundo tempo. Contra o Villa Nova, na segunda rodada, o único gol foi aos 40.
Mais do que derrotar os frágeis adversários do interior, Dorival Jr. corre atrás de respostas. Cuca procura certezas. O técnico atleticano escala o time valorizando a questão física no início da temporada. As mudanças durante os jogos deixam o time mais ofensivo, mais rápido e melhor. Magno Alves e Wesley no primeiro jogo, Neto Berola no segundo.
Cuca tem um time pronto, com ajustes a serem feitos. O treinador precisa experimentar o time que é, há anos, competitivo. Há a necessidade de fazer mais gols, de ter mais poder de fogo.
Se por enquanto, o mineiro serve para a dupla se preparar para compromissos mais importantes, no final de semana que vem servirá para mais. O clássico poderá tirar um pouco da tranquilidade de Dorival Jr. ou Cuca para seguir o trabalho. Se os atrativos são poucos no torneio, o clássico é um oásis de qualidade e competitividade.
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