O futebol traz consigo várias histórias e muitas pérolas. De pérolas temos várias, de histórias nem se fala. E ontem, mais um conto, de tantos que acontecem no dia-a-dia do futebol, podemos assim dizer, foi anexado ao livro das histórias do futebol. O presidente Zezé Perrella, sempre com a sua língua afiada, deu mais uma cutucado no Corinthians. Falou da eliminação dos paulistas para o Tolima (de quem não ousou falar mal). A cutucada do cartola foi tão mal vista, que criou irritação na Nação Corinthiana, como costumam dizer na Terra da Garoa. Se criou algum mal-estar, sinto muito. Mas eu só tenho a concordar com o nosso presidente Perrella.
Até o tão calado Tite soltou suas farpas. Chegou a fazer ameaças, falando que mais à frente ele teria o troco. Eu, pensando com os meus velhos botões de professor, analisei: possivelmente - mas isso é sempre evidente - no jogo entre Corinthians e Cruzeiro, no Brasileirão, a mão amiga vai voltar e o Cruzeiro vai perder novamente. Foi isso que eu entendi, Tite? Acho que sim. Mas bem possivelmente ele não estará à frente dos alvinegros até lá. Já fez muita besteira em pouco tempo de "desserviço" e perdendo o Campeonato Paulista ele deverá, apenas, acertar suas contas no RH do Timão.
Outro que disse babozeira foi o diretor de futebol do Corinthians, um senhor que ninguém nunca ouviu falar, mas que se achou no direito de vir à público para dar a "suíte" da reportagem para os jornais. Disse que lugar de chorar é em Belo Horizonte, não em São Paulo. Pois eu respondo ao ilustre desconhecido, a quem não irei identificar, ficando, pois, no desconhecido, que lugar de chorar é em todo o Brasil. Em cada Estado desse território, uns ganham, outros perdem. Em São Paulo, sempre perde o Corinthians, fazer o quê? Pelo menos, em se tratando de Libertadores. Em Minas, choram os atleticanos. Então, o que posso diagnosticar das palavras do senhor ilustre desconhecido é que ele não sabe nem com quem está falando. O Cruzeiro é um time copeiro, vencedor. Quem chora são nossos rivais. Então, peço a esse cidadão que leia um pouco a respeito do time que ele está falando. Tão desconhecido como ele é o time o qual ele deveria se referir, não ao Cruzeiro. Cruzeiro é um time do mundo, nosso rival, apenas o maior de Vespasiano.
Com isso concluo os meus trabalhos, como dizem os radialistas em final de noite, e volto na semana que vem, escrevendo mais um conto dos vários que integram a história do nosso futebol.
Até o tão calado Tite soltou suas farpas. Chegou a fazer ameaças, falando que mais à frente ele teria o troco. Eu, pensando com os meus velhos botões de professor, analisei: possivelmente - mas isso é sempre evidente - no jogo entre Corinthians e Cruzeiro, no Brasileirão, a mão amiga vai voltar e o Cruzeiro vai perder novamente. Foi isso que eu entendi, Tite? Acho que sim. Mas bem possivelmente ele não estará à frente dos alvinegros até lá. Já fez muita besteira em pouco tempo de "desserviço" e perdendo o Campeonato Paulista ele deverá, apenas, acertar suas contas no RH do Timão.
Outro que disse babozeira foi o diretor de futebol do Corinthians, um senhor que ninguém nunca ouviu falar, mas que se achou no direito de vir à público para dar a "suíte" da reportagem para os jornais. Disse que lugar de chorar é em Belo Horizonte, não em São Paulo. Pois eu respondo ao ilustre desconhecido, a quem não irei identificar, ficando, pois, no desconhecido, que lugar de chorar é em todo o Brasil. Em cada Estado desse território, uns ganham, outros perdem. Em São Paulo, sempre perde o Corinthians, fazer o quê? Pelo menos, em se tratando de Libertadores. Em Minas, choram os atleticanos. Então, o que posso diagnosticar das palavras do senhor ilustre desconhecido é que ele não sabe nem com quem está falando. O Cruzeiro é um time copeiro, vencedor. Quem chora são nossos rivais. Então, peço a esse cidadão que leia um pouco a respeito do time que ele está falando. Tão desconhecido como ele é o time o qual ele deveria se referir, não ao Cruzeiro. Cruzeiro é um time do mundo, nosso rival, apenas o maior de Vespasiano.
Com isso concluo os meus trabalhos, como dizem os radialistas em final de noite, e volto na semana que vem, escrevendo mais um conto dos vários que integram a história do nosso futebol.
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